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Giornata Internazionale delle Cucine Italiane: il risotto alla Milanese ospite d'onore

 

Il prossimo 17 gennaio, tutti virtualmente riuniti per cucinare o degustare il famoso piatto del nord Italia

 

30.12.2008 16:12:00

 

Sei siete degli adulatori della cucina italiana, ma soprattutto amanti del risotto alla Milanese allora questa è sicuramente l'iniziativa che fa per voi. Si terrà il prossimo 17 gennaio la Giornata Internazionale delle Cucine Italiane (International day of Italian Cuisines), un evento che coinvolgerà non solo chi lavora nel campo della enogastronomia, ma anche chi è semplicemente ghiotto della buona cucina mediterranea. L'appello è rivolto anche a chi vive all'estero, tutti invitati a unirsi a Gvci, il Gruppo Virtuale Cuochi Italiani, cucinando, o ancora meglio mangiando in quella giornata un autentico risotto alla Milanese.

"Il 17 gennaio 2009 è un giorno dedicato a quelli che amano la cucina italiana nel mondo", ha detto Mario Caramella, Executive Chef a Bali, in Indonesia e Presidente del Gvci, l'organizzazione che promuove l'iniziativa. "L'attuale boom mondiale della cucina italiana - ha spiegato da Melbourne Rosario Scarpato, giornalista enogastronomico e Presidente Onorario del Gvci - ha generato una tale proliferazione di cattive imitazioni che i suoi consumatori non possono più accettare la sistematica contraffazione dei prodotti e il taroccamento della cultura culinaria italiana". L'anno scorso era stata la volta della pasta alla Carbonara: in un solo giorno più di 800 associati si erano ritrovati virtualmente per cucinare o degustare il famoso piatto rustico caratteristico di Roma.

 

A.L. | News ITALIA PRESS

 

 

"VAMOS FALAR DO AZEITE?". FALEMOS DE HISTÓRIA!

 

FALEMOS DE HISTÓRIA!

AZEITE é um produto extraído dos frutos das oliveiras, as árvores, talvez, as mais velhas do mundo. Existem oliveiras ainda produzindo há mais de mil anos. A produção de azeites, para fins medicinais e de iluminação, data de mais ou menos 6.000 AC . Os frutos, as OLIVAS, não podem ser consumidos ao natural. São extremamente amargas. Quando curtidas, em salmouras e/ou solução alcalina, tornam-se as deliciosas AZEITONAS. Existem centenas de variedades de oliveiras e, por conseguinte, de olivas. Entre as mais famosas, destacamos:

§        PICUAL: (seu nome vem do formato do fruto). Tem alto teor do monoinsaturado ácido oléico e baixo teor do ácido linoléico; por isso, é um dos mais ESTÁVEIS e duráveis, com excelente capacidade para suportar calor. O azeite, com esta oliva é indicado para alimentos fritos, especialmente batatas, e é excelente para molhos e guisados.

§        CORNICABRA: (seu nome deriva do formato, que lembra um corno de cabra). É um azeite muito ESTÁVEL, tem ótimo balanço sensorial, que vai do doce ao amargo. É um dos mais adequados para molhos, vegetais grelhados e marinados.

§        HOJIBLANCA: (vem da cor de sua folha, que confere um aspecto prateado à distância). Tem menor presença de ácidos graxos saturados que os demais azeites. Sua estabilidade, diante a oxidação, é FRACA. Recomenda-se manter longe da LUZ e do OXIGÊNIO. Este azeite dá personalidade a saladas, picles e pratos à base de peixe.

§        ARBEQUINA: (originária da localidade de Arbeca). Tem aroma e sabor extraordinários. A sua degustação inicia com o odor da maçã fresca, deixando um gosto final de amêndoas. Deve ser consumido muito JOVEM, porque é bem mais delicado do que outras variedades frente à oxidação. É necessário mantê-lo em locais ESCUROS , com temperatura BAIXA. O elegante azeite arbequina, dá sabor incomparável às saladas, vegetais e peixes.

§        LECHIN DE SEVILLA: (seu nome faz referência à cor esbranquiçada de sua polpa, que lembra "leche"). É delicado e INSTÁVEL frente à oxidação. Deve ser consumido NOVO. É ideal para fritadas, bolos e doces.

§       VERDIAL: (cresce no sul e no sudeste da Espanha). É geralmente frutado, com agradável sabor doce, sem amargor ou ardência. Só pode ser guardado LONGE DA LUZ e do CALOR e, fora do CONTATO COM O AR. Normalmente é misturado com o azeite Hojiblanca para alcançar qualidades perfeitas. Tem MÉDIA estabilidade e é ideal para saladas, gaspachos e guisados.

Normalmente, um azeite é um "blend", buscando um equilíbrio final perfeito. Porém, atualmente, estão em alta os azeites VARIETAIS, que são aqueles derivados de uma ÚNICA VARIEDADE DE OLIVAS. Porém, uma oliva VERDE não é uma espécie diferente de uma oliva PRETA; apenas, a preta está amadurecida. Todas, inicialmente, são verdes, vão amadurecendo, passam pelos tons de violeta, ficam roxas escuras e, finalmente, negras.

As ainda verdes produzem um azeite mais frutado, mais amargo, mais picante e de cor esverdeada. As já negras, muito maduras, produzem um azeite dourado, suave, doce. Entre as verdes, e as muito maduras, existe toda uma gama de amadurecimento, produzindo azeites mais ou menos fortes, aos frutados; mais ou menos amargos, aos doces; mais ou menos esverdeados, aos dourados. São necessários 6 Kg de olivas para produzir um litro de azeite.

Quanto à ORIGEM, os principais produtores são: ESPANHA (maior produtor mundial), ITÁLIA (2º colocado), GRÉCIA, PORTUGAL e FRANÇA. Os azeites ESPANHÓIS são frutados e aromáticos; os ITALIANOS, mais verdes, picantes ou, docemente frutados; os GREGOS, aroma campestre, verdes e fortes; os PORTUGUESES, mais fortes, dourados e maduros; e, os FRANCESES, mais suaves, doces e claros.

"AZEITE FAZ-SE NO OLIVAL E NÃO NO LAGAR".A qualidade de um azeite vai depender de uma série de fatores. Da variedade da fruta, do solo, do clima, das técnicas de plantio, da colheita (nas mais sofisticadas, só a colheita manual, uma a uma), da maturidade das olivas, da estocagem e, também, do grau de acidez. GRAU DE ACIDEZ é a porcentagem de ácido oléico LIVRE (defeitos nas frutas), contidos no óleo. Os melhores azeites ostentam um selo D. O P. - DENOMINAÇÃO DE ORIGEM PROTEGIDA - garantia que se dá à origem dos melhores OLIVAIS.

As classificações, quanto ao grau de acidez, são regidas por LEI. Ao comprar azeite, o grau de acidez é o melhor indicador de QUALIDADE; mas, o sabor, aroma, cor e tempo de uso (após aberto, consuma rapidamente), também, devem ser observados. O alimento e o gosto pessoal têm que ser considerados. Acidez baixa não é tudo. Inclusive ela aumenta, após a abertura, com o passar do tempo e sem os cuidados devidos. Luz, calor e oxigênio, são inimigos dos azeites. Os azeites também têm data de validade. Não devemos fazer furinhos na lata, existem tampas especiais que impedem a entrada de ar. Não devem estar em vidros claros. Não podem ferver.

Quanto aos PROCESSOS DE PRODUÇÃO, os azeites se dividem em VIRGENS, REFINADOS E PUROS. Os VIRGENS são aqueles que os frutos são prensados, de imediato, logo após a colheita, sem nenhum processo químico nem térmico (só a FRIO). Os REFINADOS sofreram um tratamento químico e térmico, quando são retiradas todas as impurezas, levando junto quase todo o sabor, odor e cor. Os PUROS são a mistura dos virgens e dos refinados, à proporção de até 85% de refinado. Os VIRGENS (primeira prensagem a frio, sem tratamento) classificam-se em: EXTRA VIRGEM, VIRGEM FINO, SEMI-FINO (ou corrente ou comum) e LAMPANTE. Diferem no grau de acidez. O EXTRA VIRGEM não pode ter mais do que 1% (um por cento) de acidez; o FINO não tem mais do que 2% (dois por cento); SEMI-FINO (corrente) até 3,3% e o LAMPANTE mais do que 3,3%.

O semi-fino e o lampante, devido aos altos graus de acidez, NÃO PODEM ser consumidos ao NATURAL. Têm que ser refinados, quando serão purificados. O lampante serve mais para indústria; enquanto o semi-fino, é ideal para frituras de imersão, agüenta altas temperaturas (é rico em ácidos graxos monoinsaturados)e, não tem sabor.

Da mistura de um virgem (extra ou fino) com um refinado (0,5% de acidez), nasce o AZEITE DE OLIVA ou AZEITE PURO, ou ainda, AZEITE. Este azeite deve ter no máximo 2% de acidez, muito usado para frituras. Há ainda o azeite de SANSA (bagaço) ou ORUJO, composto do processamento dos bagaços das frutas e da água produzida pelas olivas, refinado obrigatoriamente, e quase sempre, para uso industrial.

O azeite é um dos alimentos mais fraudados no Brasil, principalmente os azeites de oliva (azeite puro ou azeite). Em recentes testes, realizados pelos institutos especializados, quase uma DEZENA de marcas foi eliminada dos testes de qualidade por ter sido encontrado outros óleos (alguns sequer identificados pelos laboratórios) misturados ao azeite, principalmente o de soja. Alguns até com o brasão de Portugal (falso), impresso na lata ou no rótulo, como se fosse azeite português. O consumo de azeite no Brasil é de 2 ls por pessoa/ano; enquanto na Europa chega a 10 litros .

Ao comprar azeite, deve-se levar em conta o uso.Como os vinhos, os azeites devem se HARMONIZAR com os alimentos, valorizar o sabor do prato e o sabor do azeite. Não interferir ou anular um ao outro.

É o produto mais importante da dieta MEDITERRÂNEA; peixes, frutas, vegetais, trigo, vinho e AZEITE, o atual pico mais saudável da pirâmide alimentar.

Em saladas, omeletes, maioneses, carpaccios, peixes brancos e pão, os mais indicados são os suaves, doces e dourados. Em pratos FRIOS ! EXTRA VIRGEM, e, dependendo do prato, frutado, médio ou doce. Quando se tratar de PÃO, os mais indicados são os italianos FOCACCIA e CIABATTA. Suas texturas são mais apropriadas para absorverem o sabor do azeite. Para bacalhau, os médios são ótimos. Os mais fortes, mais frutados, esverdeados, com um matiz mais amargo, são indicados para alimentos fritos e guisados. Os mais SOFISTICADOS servem até para elaborar sobremesas. Quando a receita indicar azeite quente, não ferva, apenas amorne à parte (no máximo 60º)

Atualmente estão em alta os AZEITES TEMPERADOS. Só devem, é óbvio, ser usados os extra virgens. As receitas estão por aí e, os mais solicitados são: Pimenta vermelha, alecrim, alho, tomate seco, orégano, pimenta calabresa, tomilho, casca de tangerina, de limão, etc. Mas, cuidado, eles só devem "PERFUMAR" o azeite.

AZEITE É UM ALIMENTO VIVO

RESUMO DOS GRAUS DE ACIDEZ:

AZEITES VIRGENS:

Extra Virgem                 ......... < 1,0%

Virgem Fino                  .......... < 1,5%

Semi-Fino (corrente)     .......... < 3,3%

Lampante                       .......... > 3,3%

AZEITES REFINADOS:          ....... < 0,5%

AZEITE PURO ou de OLIVA: ...... .< 2,0%

 

 

Libro “Carni suine del Piemonte” (Michelangelo Carta Editore) La carne suina nell’alimentazione

La carne suina nell’alimentazione

partire dagli anni Cinquanta, il consumo di carni suine in Italia è più che quintuplicato, un dato che va collocato nel contesto del più generale aumento nel consumo di tutti i tipi di carne favorito da un più diffuso benessere e dalla maggiore disponibilità del prodotto. La carne di maiale, tuttavia, è stata a lungo vittima di pregiudizi che la volevano “pesante”, cioè difficile da digerire, e poco salubre non solo in quanto ricca di grassi e colesterolo, ma anche in quanto potenziale veicolo di batteri e tossine. Se questi timori potevano non essere infondati fino a qualche decennio fa, attualmente i requisiti igienici che gli allevamenti devono rispettare, e un accurato lavoro di selezione genetica hanno consentito di produrre carne “sicura” dal punto di vista sanitario, e molto meno grassa di un tempo. Basti pensare che il grasso di copertura, cioè il lardo, è passato da uno spessore medio di 8-10 centimetri a due centimetri circa, e che anche la percentuale di grasso di infiltrazione, cioè quello presente nelle carni, è circa un quinto rispetto a una volta.

La carne magra di suino, quella del carré ad esempio, è un alimento molto ricco di tutti i principali elementi nutrizionali, e in particolare:
 Proteine: ne contiene circa il 20%. Questo significa che cento grammi di carne suína forniscono un terzo del fabbisogno protéico giornaliero a un soggetto maschio adulto mediamente attivo.
Vitamine: in particolare, la carne suina è fonte di vitamina PP, B1, B2, B6 e B12, quest’ultima fondamentale nel processo di formazione dei globuli rossi.
Minerali: innanzitutto il ferro, e poi zinco, magnesio, calcio e potassio, indispensabili nella fase della crescita e per lo sviluppo delle difese immunitarie.
Grassi: un lavoro accurato nel campo della selezione genetica e dell’alimentazione hanno permesso di ottenere percentuali assai maggiori di muscolo magro e, nel grasso, di ridurre la quota di grassi “cattivi”, cioè saturi, a vantaggio di quelli “buoni”, cioè insaturi (dello stesso tipo di quelli contenuti nell’olio di oliva, per intenderci) fra i quali l’acido linoleico che fra l’altro contribuisce alla riduzione del colesterolo.
La carne suina si cucina in svariati modi, anche se i risultati migliori si ottengono con gli arrosti. A questo proposito, va ricordato che il valore nutrizionale di tutte le carni è una funzione non solo del prodotto al naturale, ma anche della quantità e qualità dei condimenti impiegati.
 

Per quanto riguarda invece le innumerevoli specialità che derivano dalla lavorazione della carne suina, il discorso è assai più complesso.
La vastissima famiglia dei salumi, ad esempio - salame crudo, cotto, e insaccati simili - contiene un’alta percentuale di grassi, dal 20 al 40 e persino 50%, oltre a sale, e talvolta anche additivi e conservanti, il cui scopo è evitare la formazione di batteri come il botulino e di mantenere al prodotto un colore rosso vivo. Il classico, meraviglioso panino col salame non è di per sé dannoso alla salute, ma bisogna tener conto che dà un apporto di sale e grassi elevato, e dunque va consumato con moderazione, soprattutto se si conduce vita sedentária o si ha un’alimentazione poco bilanciata.
Lo stesso discorso si applica alla salsiccia, alla mortadella e ancor più a zamponi e cotechini.
Anche i prosciutti manifestano una tipologia assai vasta, oltre alla grande distinzione fra crudo e cotto, ma sono invece prodotti nutrizionalmente molto più indicati.
Il prosciutto crudo in generale, e il Parma in particolare, ha un contenuto di grassi e di sale modesto, e la stagionatura fra i 12 e i 18 mesi garantisce un’ottima digeribilità.
Un discorso che si applica anche al prosciutto cotto, nelle due varietà di coscia e di spalla (quest’ultima meno pregiata perché più dura e meno gradevole d’aspetto, ma ugualmente nutriente), che è anch’esso un ottimo alimento ad alto valore proteico e particolarmente adatto all’alimentazione di bambini e anziani.
Per quanto riguardale frattaglie - fegato, reni (rognoni), lingua, cuore, timo (o animella), cervello, trippa, testa (con testina, orecchie e grugno), coda e zampetti – bisogna ricordare che, se il cuore e la lingua hanno una struttura simile a quella della carne, le altre parti hanno elevate basi puriniche (Le principali responsabili dell’innalzamento del tasso uricemico nel sangue, la cui conseguenza estrema è la gotta), un alto contenuto di colesterolo, e pure di queste è bene non abusare, considerando anche il fatto che solitamente si consumano fritte o molto condite. Similmente, fegato e rognoni sono ricchi di acido folico e vitamine del gruppo B, ma trattandosi di organi di filtraggio è consigliabile non mangiarli troppo sovente, cuocendoli accuratamente e
acquistando, se possibile, organi derivanti da animali giovani.
Anche nel caso delle carni suine, come per tutte le carni, il consumatore deve prestare particolare attenzione al momento dell’acquisto, assicurandosi che la carne abbia um aspetto “sano”: nel caso della carne suina, questa deve presentarsi rosea e di buona consistenza, e il grasso deve essere bianco; ricordiamo inoltre che ogni mezzena è sottoposta a controllo sanitario, e a quelle giudicate idonee viene apposto un timbro com la dicitura “VS” (Vigilanza Sanitaria) e l’indicazione del Comune di origine. Gli insaccati debbono riportare in etichetta i dati relativi al salumificio e al confezionamento, avere aspetto e odore adeguati alla tipologia, e non presentare mai ingiallimento del grasso né, ovviamente, sentori di rancido o di “chimico”.
Una volta acquistati, carne, prosciutti o salumi vanno tenuti in frigorifero fino all’utilizzo o per un periodo massimo di cinque giorni. Le carni fresche possono essere congelate, in porzioni medio-piccole e dopo essere state accuratamente avvolte in pellicola alimentare. Vanno poi scongelate lentamente per evitare la fuoriuscita dei succhi, devono essere utilizzate entro dodici ore dallo scongelamento e mai ricongelate.

 

ORGANISMI DI TUTELA E VALORIZZAZIONE DELLA CARNE SUINA IN PIEMONTE

ASSOCIAZIONE PRODUTTORI SUINI DEL PIEMONTE (APS)

Sede amministrativa: Via Silvio Pellico, 10 – 10022 Carmagnola (TO)
Tel. 011.9715308, fax 0172.9715301
Sede operativa: Via Cuneo, 7 – 12045 Fossano (CN)
Tel. 0172.637136, fax 0172.631940
Internet: www.apspiemonte.com, e-mail: segreteria@apspiemonte.com
L'APS Piemonte, costituita nel 1982, è un'organizzazione di produttori di suini
operante su tutto il territorio del Piemonte. Lavora per il miglioramento delle
condizioni strutturali degli allevamenti e per la valorizzazione dei prodotti tipici
di qualità di origine suina con programmi di assistenza specialistica rispetto
all'ambiente, al benessere degli animali e alla qualità delle produzioni. Promuove
campagne di informazione sui valori nutritivi della carne di maiale e dei suoi derivati,
con ottimi riscontri presso il pubblico e gli associati.
Tutte le aziende inserite nei circuiti tutelati sono tenute a rispettare uno specifico
Disciplinare di produzione e sono regolarmente sottoposte a controlli da parte
del certificatore.

AGRIPIEMONTE SUINI

Corso Vittorio Emanuele II, 58 – 10121 Torino
Tel. 011.5623297
Riconosciuta con decreto GRP 1044 del 1/02/89, l’Associazione Produttori
Agripiemonte Suini, promossa da Confagricoltura Piemonte, conta circa 230 soci.
Si occupa soprattutto del progetto “Prosciutto del Piemonte”, marchio registrato
dall’Associazione.
Rappresenta i soci presso le istituzioni e fornisce un servizio di informazione in
tema di impatto ambientale e degli aspetti igienico-sanitari degli allevamenti e
produzioni suinicole, nonché di divulgazione dei risultati della ricerca e della sperimentazione,
e delle normative comunitarie, nazionali e regionali, in particolare
rispetto alla prevenzione e profilassi diretta e indiretta delle principali patologie.

ARAP - Associazione Regionale Allevatori del Piemonte

Via Livorno, 60 c/o Environment Park - 10144 Torino
Tel. 011.2258451, fax 011.2258459
Internet: www.arapiemonte.net, e-mail: arap.info@envipark.com
È un'organizzazione senza fini di lucro costituita dalle A.P.A. (Associazioni
Provinciali Allevatori del Piemonte) e socia dell'A.I.A. (Associazione Italiana
Allevatori). Ha lo scopo di coordinare l'attività delle organizzazioni associate; rappresentare
ed assistere i soci nei confronti delle istituzioni di riferimento; lavorare
nel settore zootecnico per promuovere ed attuare tutte le iniziative di portata
regionale volte all'incremento e miglioramento della produzione animale e
alla valorizzazione zootecnica; gestire il Laboratorio–Centro Latte, struttura di
riferimento regionale per le analisi relative ai Controlli Funzionali dei Libri
Genealogici e per il programma per il Pagamento del Latte a Qualità e per gli
autocontrolli.

CON.SA.TI - CONSORZIO PER LA TUTELA E LA VALORIZZAZIONE
DELLA SALUMERIA TIPICA CUNEESE

Sede legale: c/o Camera di Commercio Industria Artigianato e Agricoltura
Via Emanuele Filiberto, 3 – 12100 Cuneo
Tel. 0171.318710, fax 0171.634527
Sede operativa: c/o Castello di Mombasiglio
Piazza Vittorio Veneto, 1 – 12070 Mombasiglio (CN)
Tel. 0174.780147/780268, fax 0174.782949
Internet: www.consati.com, e-mail: info@consati.com
Nato nel 1996 con il patrocinio della Camera di Commercio di Cuneo e delle
Associazioni di prodotto, riunisce allevatori di suini e piccoli salumifici artigiani
della provincia di Cuneo. Le sue finalità sono la tutela e la valorizzazione della produzione,
della trasformazione e del commercio dei prodotti suinicoli e della salumeria
tipica Cuneese, con il risultato di un costante miglioramento qualitativo delle
produzioni e delle trasformazioni.
I prodotti tipici di salumeria soggetti a tutela sono regolamentati da specifici
Disciplinari e possono derivare esclusivamente da carni prodotte e trasformate in
provincia di Cuneo.
Il CON.SA.TI. si propone altresì di offrire al consumatore la trasparenza e la tracciabilità
del percorso della filiera della carne fresca, dal momento della nascita del suino
al punto vendita. A tal fine, ha istituito la “Filiera della Carne di Suino Tradizionale
CON.SA.TI. Cuneo”, regolamentata da specifico Disciplinare che prevede fra le sue
prescrizioni anche un programma di etichettatura volontaria dei prodotti.

CONSORZIO SALAME PIEMONTE

c/o Confindustria Piemonte, Corso Vittorio Emanuele II, 103 – 10128 Torino
Tel. 011.5718352, fax 011.5718688
Internet: www.salamepiemonte.it, e-mail: segreteria@salamepiemonte.it
Il Consorzio è stato costituito nel 2006. Ne fanno parte come soci l'APS Piemonte,
due macellatori sezionatori e 7 aziende trasformatrici. Ha lo scopo di tutelare,
promuovere e curare gli interessi generali del Salame Piemonte, prodotto di salumeria
crudo, per il quale è in corso il riconoscimento della DOP. Attualmente il
prodotto è in fase di DOP in Protezione Transitoria, ottenuta con decreto 12 maggio
2006 del Ministero delle Politiche Agricole.

CONSORZIO DI PROMOZIONE E TUTELA DEL PROSCIUTTO DI CUNEO

Sede legale: c/o Unione Industriale
Corso Dante, 51 – 12100 Cuneo
Segreteria: Corso Umberto I, 88 – 12020 Villafalletto (CN)
Tel. 0171.942008
Il Consorzio ha lo scopo di tutelare e promuovere il Prosciutto “Crudo di Cuneo”
e di seguirne il processo di riconoscimento della DOP.
Attualmente il Crudo di Cuneo si trova nella fase di DOP di Protezione Transitoria,
ottenuta con decreto 24 maggio 2007 del Ministero delle Politiche Agricole.

ONAS – ORGANIZZAZIONE NAZIONALE ASSAGGIATORI DI SALUMI

Sede legale: CCIAA di Cuneo – Via Emanuele Filiberto, 3 – 12100 Cuneo
Tel. 011.318784, fax 0171.634527
Sede operativa: Via Roma, 103 – 12045 Fossano (CN)
Tel./fax 0172.637204
Internet: www.onasitalia.org, e-mail: onas.cn@libero.it
L’Organizzazione Nazionale Assaggiatori Salumi è nata il 19 ottobre 1999 col
patrocinio della Camera di Commercio di Cuneo e dell'Associazione Produttori
Suini del Piemonte (APS). Si aggiunge all'Organizzazione Nazionale Assaggiatori
Vino (ONAV), Grappa (ONAG), Formaggi (ONAF), Olio (ONAO). L'ONAS ha fra i
suoi obiettivi la formazione di Tecnici Assaggiatori che possono collaborare con
le Aziende produttrici e i ristoratori per migliorare le caratteristiche organolettiche
dei prodotti ed orientare il consumatore. Per ogni tipo di salume sono state
predisposte schede di valutazione che riuniscono 20-25 descrittori.


dal sito:  www.piemontemese.it

Regione Piemonte: Formaggi dop. I buoni piemontesi

 

Partirà il 12 novembre la campagna di comunicazione e di valorizzazione dei sei formaggi a denominazione di origine protetta (Toma Piemontese, Bra, Raschera, Castelmagno, Robiola di Roccaverano e Murazzano) promossa dalla Regione in collaborazione con IMA Piemonte.

L'iniziativa - presentata il 6 novembre a Torino dall'assessore regionale all'Agricoltura, Mino Taricco, e dal presidente dell'IMA, Angelo Giordano - avrà una durata di quattro settimane e si articolerà in annunci stampa, spot televisivi e distribuzione di cartoline e pieghevoli nei punti vendita piemontesi. Nel 2009 verrà estesa in Lombardia e Liguria.

Il progetto di valorizzazione nasce da un impegno che la Regione si è assunta con uno stanziamento di 400.000 euro (200.000 per il 2008 e altrettanti per il 2009) maturato nell'ambito del tavolo regionale sul latte per favorire il rilancio di un comparto che sta attraversando una fase di difficoltà.

"I formaggi protagonisti di questa campagna - ha affermato Taricco - sono delle vere e proprie perle di qualità, che hanno una forte vocazione territoriale e al tempo stesso una grande riconoscibilità a livello nazionale e internazionale. E sono profondamente legati alla sapienza produttiva, in molti casi artigianale del nostro territorio: non a caso hanno ottenuto la denominazione dop, che a livello comunitario rappresenta uno dei disciplinari più rigorosi quanto a zona di provenienza, lavorazione e commercializzazione. Naturalmente non sono gli unici: ci sono i formaggi prodotti anche in altre Regioni, oltre a realtà di nicchia molto particolari, tra cui il Toumin dal mel, che è in attesa di riconoscimento. Questa campagna intende contribuire a diffondere la conoscenza dei formaggi piemontesi presso il pubblico dei consumatori e fornire un sostegno concreto al settore lattiero-caseario che sta attraversando una fase non facile".

Complessivamente i formaggi dop piemontesi sono nove e sono certificati dal 1996: ai sei protagonisti della campagna, si aggiungono Gorgonzola, Grana Padano e Taleggio, prodotti anche in Lombardia e in altre regioni.

 

va

Torino, 06/11/2008

Sito Ufficiale della Regione Piemonte: Piemonte Informa



Salone del Gusto e Terra Madre: La trippa è diventata chic

 

26/10/2008 (8:0)

Le pagelle della buona tavola: promossi e bocciati al Salone del Gusto
LUCA FERRUA
TORINO
Che la natura faccia il suo corso. Il Salone del Gusto detta la linea del cibo prossimo futuro. Regole precise che dividono tra buoni cattivi, tra promossi e bocciati. Al Lingotto di Torino, che fino a domani ospita la biennale mondiale dell’enogastronomia di qualità, sono tutti pazzi per il cibo di strada, code infinite per un panino al lampredotto o alla milza, per un arancino o un cono di calamari fritte o olive ascolane. E subito scatta il business, nei prossimi mesi partiranno almeno un paio di progetti di franchising per portare in giro per l’Italia lo «street food» di qualità quello che grazie al passaparola del Salone del Gusto sarà diventato un mito. Le immagini di ieri dimostrano che la macchina è già stata avviata. La signora in total look «Vuitton» che affondava i denti nel panino alla milza commentava con l’amica: «Ma com’è buona questa specialità. Ci mettono il limone quindi sarà qualche pesce?».

Promossi, anzi spinti verso un sicuro successo i vini biodinamici che mettono all’angolo bianchi e rossi al profumo di legno da barrique. Le birre artigianali che cancellanno anche dalle anime più modaiole gli short drink e le bevande energetiche. Ma è dall’ortolano che si assiste alla vera rivoluzione. Sarà tutta colpa dei mercati della terra (entro il 2010 Slow Food ne vuole aprire 100 in giro per il pianeta), delle filiere corte, di frutta e verdura a chilometri zero ma è iniziata la crociata contro le primizie e soprattutto contro la frutta esotica che giorni tra frigo e container prima di arrivare sulle nostre tavole. Al grido di «buono pulito e giusto» si fa alla riscoperta dei prodotti di stagione. A Torino è addirittura partito un progetto per trasformare gli spazi verdi dei condomini popolari in orti da affittare a chi vuol riempire la dispensa di patate, fragole, insalata e zucchine che ha visto crescere. «Buono, pulito e giusto» ovvero come è trendy vivere al tempo della crisi. Nella ricerca dei chilometri zero forse stonano le altre gettonatissime rarità del Salone, le spezie come il Somé del Dogon e il Merquén del Cile: arrivano da tutto il mondo, ma sono presidi quindi sempre buoni puliti e giusti.

A far quadrare il cerchio ci pensa il gelato. L’azzurro «puffo», il rosso «Dragon ball» sono banditi anche dalle pasticcerie per i più piccoli. La mamma spiega ai bambini che la nocciola deve essere per forza tonda e gentile altrimenti fa male, altrimenti non si cresce bene. E per i gusti di fantasia è finita la festa. Sono le regole del Salone del Gusto 2008 dove il pubblico raggiunge livelli da record giorno dopo giorno e i sapori che s’incontrano tra gli stand saranno anche puliti e giusti ma soprattutto buoni.
 
da La Stampa Web

Salone del Gusto e Terra Madre: Sos apicoltori: "Il pianeta è a rischio"

 

 

25/10/2008 (14:38)

"Le api stanno morendo ovunque"
TORINO
Il grido d’allarme è unanime: «Le api stanno morendo in tutto il mondo, soprattutto nelle campagne». È il grido d’allarme degli apicoltori di tutti i Continenti riuniti a Torino per ’Terra Madrè. Sotto accusa le nuove e potentissime molecole neurotossiche, usate massicciamente su tutte le coltivazioni. Per difendere le api gli apicoltori hanno creato una rete internazionale che riunisce le comunità del miele di tutto il mondo con l’obiettivo di dar vita ad un manifesto dell’apicoltura «buona, pulita e giusta».

«Le api riflettono il degrado del nostro pianeta - affermano gli apicoltori - esseri indispensabili, caratterizzati da una complessa e fragile organizzazione ci dicono che bisogna cambiare comportamenti». «Le nuove molecole neurotossiche - sostiene Francesco Panella, presidente dell’Unione Nazionale degli Apicoltori Italiani - usate in modo crescente su tutte le coltivazioni sono così potenti, in dosi infinitesimali, da trasformare la linfa vitale, per tutto il ciclo della pianta, in subdolo insetticida». Identico l’allarme degli apicoltori dei vari paesi: le api muoiono ovunque dalla pampa argentina, ridotta a una landa di monocoltura di soia Ogm irrorata dagli aerei in continuazione con diserbanti, agli Usa dove immensi territori sono destinati unicamente alla coltivazione di mais per fare girare i motori a scoppio, alla foresta amazzonica disboscata e trasformata in coltura di canna da zucchero, agli stati del Nord dell’India che hanno visto il crollo della produzione di miele selvatico per l’eradicazione delle essenze spontanee trasformate in carbone, ai meleti del nord Irlanda che non producono più per mancanza di insetti impollinatori, al crollo di produzione per mancanza d’api delle coltivazioni di cetrioli del North Carolina.
 
da La Stampa Web
 

Libro “Carni suine del Piemonte” (Michelangelo Carta Editore) Le razze suine presenti in Piemonte

Le razze suine presenti in Piemonte 
In Piemonte si allevano oltre un milione di suini di varie razze, ciò che ne fa il terzo produttore nazionale dopo la Lombardia e l’Emilia Romagna. In particolare, la provincia di Cuneo da sola produce l’8,5% della produzione nazionale, e il 70% di quella regionale, ed è, su scala nazionale, la terza provincia produttrice in assoluto dopo Mantova e Brescia. Non solo, ma i
due terzi delle cosce prodotte vengono trasformati in prosciutti crudi DOP Parma o San Daniele.
Complessivamente, sono circa 2.700 le aziende piemontesi che allevano suini e possiedono grande professionalità sia nella selezione genetica sia nella scelta delle materie prime da utilizzare per i mangimi. La produzione piemontese privilegia l'allevamento di suini dal peso medio di 150-200 chilogrammi (il peso minimo richiesto dal Disciplinare è 144 Kg.) macellati non prima dell’età minima di otto mesi. Gli allevamenti iscritti al circuito dei prosciutti tutelati devono rispettare un Disciplinare che impone precise indicazioni sull'alimentazione degli animali; tutti i suini nati in azienda vengono marchiati su entrambe le cosce con un tatuaggio indelebile riportante il codice identificativo dell'allevamento, un sistema che permette di risalire all'origine della coscia anche quando è ormai diventata prosciutto ed è pronta per la vendita. Infatti, come tutti noi, anche il maiale “è ciò che mangia": pertanto, per ottenerne carni saporite, i maiali vengono alimentati principalmente con mais, grano e soia. Inoltre, le razze oggi allevate forniscono carni più magre, con minori infiltrazioni di grasso e con la parte grassa più ricca di acidi grassi insaturi, tanto ricercati per il nostro benessere.
Incidentalmente, ma non secondariamente, il Piemonte da vari anni ha anche un “suo” prosciutto crudo, della cui promozione si occupa l’Agripiemonte Suini che ne possiede il marchio, e che organoletticamente non ha nulla da invidiare ai suoi più celebri e celebrati omologhi. Un discorso analogo si applica al salame, nella fattispecie il Salame Cuneo, prodotto sotto l’egida del marchio CON.SA.TI e anch’esso sottoposto a un rigoroso Disciplinare di produzione: questi salumi infatti si possono produrre esclusivamente con carni di suini “nati, allevati e ingrassati in condizioni di benessere” in allevamenti consociati, e il ciclo produttivo si svolge interamente nel territorio della provincia di Cuneo.
Detti suini sono anch’essi inseriti nel circuito Parma-San Daniele; tutte le fasi di lavorazione sono certificate e si svolgono in condizioni di sicurezza ambientale e sanitária rispondenti alle normative nazionali e omunitarie.
Non esistono in Piemonte razze autóctone o di tradizione, ma vi sono rappresentate tutte le razze più diffuse, il cui “cosmopolitismo” è confermato dal fatto di essere contrassegnate da nomi inglesi o tedeschi.


Large White
Come indica il nome, si tratta di animali di taglia piuttosto grossa, ad alta capacità di crescita e ridotta percentuale di grasso, ideale quindi per la produzione di carne e insaccati.
Essendo facilmente adattabile e molto prolifica, questa razza originaria dell’Inghilterra è probabilmente la più diffusa al mondo. All’aspetto presenta dorso allungato, orecchie rivolte in alto e inclinate in avanti, ossaturasolida e profilo del muso poco incavato (caratteristica che denota buona propensione alla produzione di carne).

Large Black
È simile alla precedente, ma di colore scuro o nero ed ha orecchie più lunghe e cadenti in avanti. È anch’essa di origine inglese (è nota anche come Cornwell), e dà un’ottima resa di carne magra. Assai robusta, si adatta bene anche al pascolo libero in qualsiasi clima.

Wessex (o British) Saddleback
Anche questa è una razza di origine inglese, di mole media e caratterizzata da un mantello nero con una fascia bianca che copre le spalle e le zampe anteriori. Ha una buona prolificità e la sua carne è magra. All’aspetto presenta arti robusti, che la rendono particolarmente adatta al pascolo, con orecchie lunghe e fortemente inclinate n avanti.

Spotted Poland Chine
È il risultato di selezioni effettuate su un ceppo di grande rusticità e adattabilità. Sono animali riconoscibili dal mantello bianco con macchie nere, e hanno orecchie pendenti e dorso piuttosto corto. Di media prolificità, ha una buona velocità di accrescimento ma carni più grasse.

Landschwein migliorata
All’aspetto presenta mantello bianco e orecchie pendenti. Di grossa taglia, ha un’ottima prolificità e velocità di accrescimento, ed è particolarmente adatta al pascolo grazie alla robustezza e lunghezza delle zampe.

Landrace
Originaria della Danimarca, questa razza ha diverse varietà – olandese, svedese, tedesca,
inglese e francese – oltre a quella autoctona (che però non è esportata). Si distingue per la lunghezza del tronco, índice di grande resa in termini di carne. Di buona prolificità, può presentare problemi di debolezza articolare.



dal sito:www.piemontemese.it

Salone del Gusto e Terra Madre: "Benvenuti alle Olimpiadi del cibo"

24/10/2008 (10:15) - L'EVENTO AL LINGOTTO

 

La Bresso: «Miracolo straordinario» Chiamparino: sogno un mercato slow Petrini: i contadini salvano il mondo
TORINO
«Queste sono le Olimpiadi del cibo». Il presidente della Regione Piemonte Mercedes Bresso inaugura Terra Madre, il meeting delle comunità del cibo che si è aperto oggi a Torino. Sul mega palco del Palaolimpico erano appena saliti, sventolando le loro bandiere, i rappresentanti dei 153 Paesi che partecipano alla terza edizione dell’evento.

All’inaugurazione Bresso ha parlato del «miracolo straordinario» di questa manifestazione. «Un mix di antichità e modernità - ha detto - che assomiglia a quello che vogliamo essere come Regione. Il Piemonte è terra industriale ma anche di agricoltori».

La presidente ha ricordato che il Piemonte è una regione "Ogm free". «Proprio domani sottoscriveremo un accordo con altre 44 regioni», spiega. Con lei, alla prima di Terra Madre, anche il sindaco Chiamparino. «L’agricoltura è modernità perchè qui una delle sfide fondamentali sta nel rapporto tra la scienza, la natura e lo sviluppo economico. Un rapporto positivo solo se le persone ne sono protagoniste e padrone» ha detto. Secondo il primo cittadino torinese «ancora una volta la città italiana con il tasso più alto di presenza industriale rinnova questa magia dell’incontro con la terra e i contadini».

Chiamparino da detto di avere due sogni: organizzare uno dei 45 mercati rionali di Torino con i prodotti delle comunità del cibo, almeno quelle più vicine, e allestire una mensa scolastica con le stesse produzioni. «Sono sogni - ha commentato - ma anche sfide concrete».

Carlo Petrini, numero uno di Slow Food, gongola. «Questa crisi rivaluterà l’economia rurale, l’agricoltura. Torneremo a dare importanza alla sapienza dei lavori manuali, attenzione per chi lavora la terra. L’economia di sussistenza salverà il pianeta dalla folle economia di mercato», aggiunge. «La bolla speculativa ora è scoppiata e c’è un senso di liberazione generale: era ora che si mettesse fine alle speculazioni. Eppure la crisi economica in atto non sarà breve, ma storica e lunga. E i politici prenderanno sempre più coscienza degli errori che sono stati commessi».

da La Stampa Web
 
 

TERRA MADRE: Vogliamo un cibo che sia consapevole

 

22/10/2008 (1:23)

 

Una nuova economia fondata su valori di equità. E' la missione dello Youth Food Movement, l'alleanza giovanile a favore della sostenibilità alimentare

 

Chiara Prette ha 21 anni, frequenta il terzo anno dell’Università di Scienze Gastronomiche. Arriva da Mondovì e ha trascorso un mese a Gardnas nello Jamtland, in Svezia, a produrre formaggio caprino stagionato. Simone Cualbu ha 32 anni, fa il pastore da quando ne aveva 16 e ha promosso il progetto «Pastori e Pastori», un’iniziativa di scambio con giovani colleghi dell’Abruzzo. Fergus Walker ha 23 anni e arriva dall’Isola di Skye in Scozia. Wilson Nwangi è uno studente dell’Università di Maseno, in Kenya.

Parlare di un nuovo Sessantotto è sbagliato ma Chiara, Simone, Fergus e Wilson e altri 900 giovani contadini, studenti, produttori, attivisti e cuochi sono le avanguardie di un movimento che punta a creare una nuova economia alimentare fondata su valori di equità. Chiara, Simone, Fergus e Wilson fanno parte dello Youth Food Movement, la novità di questa terza edizione di Terra Madre. Il YFM è un’alleanza globale di giovani che lavorano per un cibo buono, pulito e giusto per tutti. Di fatto si tratta del «primo vero sforzo internazionale volto a unifi care il ruolo che le giovani generazioni possono giocare nel determinare e avvicinare sistemi alimentari locali a principi di giustizia e sostenibilità».

Il YFM nasce da un’idea degli studenti dell’Università di Scienze Gastronomiche, Slow Food Usa e un nutrito gruppo di studenti di campus americani come proposta e visione per un futuro sostenibile. Il Vogliamo un cibo che sia consapevole C 6.882 Il numero totale di partecipanti a Terra Madre, che si tiene all’Oval La partecipazione dei giovani assicurerà che le conoscenze legate al mondo agricolo e alla produzione alimentare «vengano tramandate alle nuove generazioni così da avvicinarli al ruolo di co-produttori attivi, coinvolti e consapevoli».

I luoghi dove giovani e anziani scambieranno le loro esperienze diverse e si incontreranno sono i «Laboratori della Terra». Per due giorni – il 25 e il 26 ottobre all’Oval – si svolgeranno più di trenta seminari tematici: dall’agroecologia all’accesso ai mercati, dai diritti legati alla terra all’educazione alimentare. movimento è stato lanciato in occasione del quinto congresso internazionale di Slow Food nel 2007. Tocca ai suoi aderenti rafforzare la missione di Terra Madre, «allargare i confi ni di questa globalizzazione positiva che dà voce a chi non si rassegna al modello omologante, disumano e totalizzante di chi applica alla materia vivente le regole alienanti dell’industria». L’appuntamento di Torino diventa così l’occasione per fondere la rete di Terra Madre e quella dei Giovani.

Per cinque giorni i 900 giovani vivranno fi anco a fi anco con i 5.000 delegati contadini, allevatori, pescatori e produttori artigianali dell’agroalimentare, cuochi e docenti universitari. Lo scambio di esperienze e di conoscenze servirà per allargare la rete di Terra Madre con l’obiettivo di «ritornare nei propri Paesi d’origine con la carica nata dal sentirsi parte di una vera “comunità di destino”».

Buona parte dei temi sono stati scelti e segnalati dalle varie comunità come, ad esempio, il seminario su «Cibo ai motori», un confronto a tutto campo sulla produzione di agro-biocombustibili e le conseguenze sulla sicurezza alimentare. La novità dell’edizione del 2008 è l’apertura dei seminari al pubblico del Salone. Già, perché Salone del Gusto e Terra Madre rappresentano le due facce del viaggio di andata e ritorno alle radici del cibo per costruire un percorso virtuoso dal Sud al Nord, dalla produzione al consumo. Una delle occasioni di incontro e scambio sono le conferenze di Terra Madre, che si svolgono dal 25 al 27 ottobre al Lingotto Fiere.

Sicurezza alimentare, cambiamenti climatici, economia locale, sementi e biopirateria sono alcuni dei temi sui quali si confronteranno personalità della cultura, della scienza, della politica e operatori del settore agricolo e della ristorazione. Per tutti, il cibo è inteso come risorsa economica, ambientale, sociale e culturale.

E poi in primo piano c’è l’Africa. A Terra Madre e Salone del Gusto il Continente Nero è presente con oltre 200 comunità del cibo, 60 cuochi, 7 gruppi musicali, 3 Laboratori del Gusto dedicati, 11 Presìdi Slow Food e un mercato della Terra, quello di Missira, quartiere di Bamako, capitale del Mali, con le sue merci e alcuni produttori. Si tratta di uno dei mercati più antichi della città, da sempre luogo di incontro per produttori e commercianti. Sui banchi si trovano i prodotti tipici: dal burro di karité al pesce, dai gioielli artigianali ai tessuti, dagli incensi alle piante medicinali.

A partire dal 2000 i commercianti di Missira si sono riuniti in un’associazione per risanare lo spazio del mercato, che versava.
 
da La Stampa Web
 
 
 
 

Cioccolato e vino, la nuova frontiera del "Made in Italy" gastronomico

I maestri cioccolatieri italiani associati alla Fine Chocolate Organization, che intende promuovere un rapporto diretto fra produttori di cacao e maitre chocolatier, suggeriscono un nuovo modo di assaporare il cioccolato

 

22.10.2008 19:10:07

 

Cioccolato e Vino? Perché no. In molteplici forme, in diversi e fantasiosi abbinamenti per provare emozioni degustative nuove e inaspettate, soprattutto se parliamo, rigorosamente, di vini e di cioccolato di grande qualità. Siamo in ottobre, tempo di vendemmia, e abbinare queste due riconosciute eccellenze del made in Italy sembra essere diventata un'abitudine sempre più diffusa per provare esperienze sensoriali uniche e innovative.

L'abbinamento è intrigante, ma non facile, in particolare per la complessità di un alimento come il cioccolato, caratterizzato da una forte persistenza ed aromaticità che, per di più, variano in maniera notevole in base alla percentuale di cacao utilizzato e alla provenienza dello stesso.

E' per questo motivo che la sommellerie tradizionale ha sempre preferito l'abbinamento del cioccolato con distillati dal gusto caldo e corposo, come Rum, Brandy o Cognac. Ma i tempi stanno cambiando e gli abbinamenti tra vino e cioccolato non sono più consigliati solo dai sommelier più creativi: certo, i vini che si possono sposare perfettamente con il cioccolato non sono numerosi, ma saper scegliere le giuste etichette per l'abbinamento perfetto con una determinata tipologia di cioccolato può generare un'esperienza unica.

 

Con un cioccolato al 50-55% di cacao, ad esempio, suggerisce Monica Meschini esperta internazionale in food & beverage e chocolate tasting, si possono abbinare ottimamente vini come il Banyuls, il vino Amarascato o il Sauternes, mentre con cioccolato al 70-75% l'abbinamento ideale è con Rum invecchiati o grappe, meglio monovitigno se abbiamo un cioccolato monorigine, ma da provare anche l'abbinamento con un vino chinato o con muffe nobili.

A prescindere dall'abbinamento scelto, in ogni caso, l'importante è che vino e cioccolato siano rigorosamente di alta qualità.

 

Oltre al buon vino e al cioccolato di qualità, però, il segreto per un'esperienza sensoriale davvero indimenticabile sta anche nell'atmosfera e nell'ambiente di degustazione.

"L'ideale - spiega Gianni Di Biase, socio Fine Chocolate Organization e titolare della Pasticceria Di Biase - è un locale tranquillo e non chiassoso, dove poter sentire in bocca lo "scricchiolio" del cioccolato, assaporare con lentezza i profumi emanati dal vino e dal cioccolato e percepire il mix di aromi che si generano dal loro incontro.

Tra i miei abbinamenti preferiti - continua Di Biase, che nella sua pasticceria di Rivoli realizza oltre 25 tipi di praline ripiene con crema di vino come Nebbiolo, Barbaresco, Roero Barricato, Barbera Barricato, Barolo - c'è quello tra un cioccolato amabile (50-55%) con il passito di Moscato o il passito di Caluso, vini tipici del territorio piemontese. Per quanto riguarda la creazione delle praline alle creme di vino, il segreto sta nell'utilizzare ingredienti genuini, del territorio, e nel saper trovare il giusto equilibrio tra il sapore del vino e quello del cioccolato utilizzato".

 

Eh sì, perché il cioccolatino al vino permette di gustare in un solo boccone tutte le sfumature generate dall'incontro tra queste due eccellenze e può costituire una valida alternativa per chi non ha tempo, o non ha la sufficiente esperienza, per preparare una degustazione basata sui sapienti abbinamenti tra vino e cioccolato.

I maestri cioccolatieri, infatti, nel confezionare le loro creazioni attribuiscono grande importanza alla ricerca del giusto abbinamento tra una determinata tipologia di vino e la specifica qualità di cioccolato con cui andranno a "comporre" la loro pralina per creare una prelibatezza che in un solo morso sappia emozionare esaltando le qualità di entrambi i prodotti.

"Il primo passo nella realizzazione delle nostre praline al vino - svela a tal proposito Fabio Gardini, titolare, insieme a Manuele, della Cioccolateria "l'Artigiano" di Forlìconsiste nella scelta di un vino del territorio che sia adeguato a questo tipo di prodotto. In genere privilegiamo i passiti, preferibilmente rossi, perché abbiamo bisogno di un vino con una certa struttura, con una gradazione di almeno 14 o 15 % vol.

Il passo successivo consiste nell' individuare una tipologia di cioccolato che si sposi perfettamente con il vino scelto, in modo da generare il migliore abbinamento di sapori possibile. Tra le mie realizzazioni preferite mi piace segnalare un blend di fave di cacao sudamericane molto profumato abbinato con passiti rossi della nostra zona, strutturati e non troppo zuccherini, proprio come quelli di una volta.

Per quanto riguarda le degustazioni, invece, ultimamente sta riscuotendo grande successo l'abbinamento tra il cioccolato al sale al latte e il passito di rosso Teluccio".

 

Se l'abbinamento tra cioccolato e passito è forse il più naturale e il più tradizionale, non dobbiamo dimenticare le emozioni che possono generarsi dall'incontro di un cioccolato di qualità con un grande vino, come la pralina al Sagrantino di Montefalco nata dalla collaborazione tra l'azienda artigianale marchigiana "Il Cioccolato di Bruco", anch'essa associata alla Fine Chocolate Organization, e la cantina Arnaldo Caprai di Montefalco, che è stata presentata a inizio ottobre e sarà in commercio entro fine anno.

"La cosa più difficile - spiega Fabio Lenci, titolare de "Il Cioccolato di Bruco" - è stata quella di rispettare i sapori del Sagrantino e allo stesso tempo riuscire a trovare un equilibrio con il cioccolato, poiché l'abbinamento con il vino fermo è molto più complesso e difficile di quello con il vino passito.

Il cuore della pralina nasce infatti da puro vino Sagrantino, addensato con un metodo naturale "segreto", i cui aromi sono esaltati dall'aggiunta di mora di rovo, uno dei sentori più intensi del Sagrantino, ed è ricoperta da cioccolato al 72%. Il tutto per dare vita ad una pralina equilibrata, capace di rispettare sia i sapori del Sagrantino sia quelli del cioccolato".

 

Insomma, l'abbinamento tra vino e cioccolato ormai è tutt'altro che un tabù e per i golosi appassionati anche di vino e desiderosi di nuove esperienze non c'è che l'imbarazzo della scelta.

 

da News ITALIA PRESS

 

 

Il Piemonte protagonista del viaggio fra natura e cultura - Messaggio di Mercedes Bresso per il Salone del Gusto - Terra Madre 2008

Il Piemonte protagonista del viaggio fra natura e cultura

 

Il "Viaggio alle radici del cibo", vale a dire la ricerca di un equilibrio, sempre irrimediabilmente precario e instabile, fra natura e cultura, è il tema dell'edizione 2008 del Salone del Gusto. Le difficoltà emerse anche di recente nel processo di liberalizzazione dei mercati agricoli (Doha Round) dimostrano che quella del cibo sarà una delle questioni più rilevanti nella prima parte del XXI secolo: la produzione e il consumo di quel che finisce sulla nostra tavola ha a che fare con l'economia, con la molteplicità di identità culturali che coprono il pianeta, con l'ambiente, con la sopravvivenza di intere popolazioni.

Nessuno può infatti sottovalutare i costi che comportano le coltivazioni e gli allevamenti dal punto di vista dell'utilizzo dell'acqua, della produzione delle sementi, dei mangimi e dei fertilizzanti; e neppure i costi che comportano la mobilità dei macchinari e delle merci. Costi ambientali ed energetici poco evidenti, ma pesanti e vivi. L'energia, l'acqua e il cibo sono i temi strategici che interessano ormai la vita dell'umanità intera e del pianeta.

Il 23-24 maggio scorso la nostra Regione ha dato vita a un grande meeting sull'energia, all'insegna del claim "Uniamo le energie". Un evento di ampia rilevanza perché legato al tema dello sviluppo sostenibile.

Il riferimento a tale iniziativa, culminata in un manifesto di impegni, e' perfettamente "coerente" con il Salone del Gusto 2008 ed i principi che lo informano.

Questa settima edizione del Salone del Gusto segue inoltre in termini logici e strategici quella del 2006, incentrata sul "cibo buono, pulito e giusto", cioè gustoso, onestamente coltivato e onestamente venduto.

In altri termini, le "radici" che esploreremo a Torino dal 23 al 27 ottobre sono la natura coltivata dall'uomo che poi ricompare, trasformata, nei nostri piatti.

Quanto al "viaggio", vale a dire all'esplorazione vera e propria, parliamo di un itinerario che può essere reale o metaforico. Sia quello dell'uomo, sia quello delle merci. Può anche essere un viaggio storico attraverso i tempi, su come nel corso dei secoli sono cambiati i modi di produzione e di consumo, le tecniche e i gusti.

Ma, come osserva Slow Food, si possono anche interpretare "le radici" come Terra Madre e "i rami e i frutti" come i prodotti naturali presentati al Salone del Gusto.

Tutto ciò sa di linguaggio chiaro, non mistificato, di filiera corta dal produttore al consumatore, di mercato equilibrato e solidale.

C'è un gran bisogno di trasparenza e di onestà, di piena corrispondenza tra le etichette ed i contenuti dei prodotti confezionati; e c'è anche la necessità di valorizzare le specie vegetali in estinzione, per evitare le omologazioni e le contaminazioni da ogm non volute.

Siamo perché trionfi la "democrazia a tavola". Una volta si diceva "pane al pane, vino al vino". Certo. Ma che sia vero pane e vero vino!

Che in questa edizione del Salone, con il gran ritorno di Terra Madre, si confermi e rafforzi l'incontro che tradizionalmente vi si svolge fra le Comunità del Cibo di tutto il mondo. Un incontro e un mondo del quale il Piemonte fa e farà pienamente parte in termini di tradizione, cultura, sensibilità e orgoglio.

 

Mercedes Bresso
Presidente della Regione Piemonte

 

www.salonedelgusto.it

www.terramadre.org

ANSA PIEMONTE - Salone del Gusto: mondina di 79 anni inaugura rassegna

 

Il ministro Zaia, difendiamo multinazionale dei contadini

 

(ANSA) - TORINO, 23 OTT - E' stata una mondina piemontese di 79 anni, Francesca Paracchini, a tagliare il nastro della settima edizione del Salone del Gusto. ''Le ho ceduto l'onore - ha detto il ministro alle politiche agricole, Luca Zaia - perche' l'unica multinazionale che difendiamo e' quella dei contadini''. La grande kermesse dedicata alla buona tavola, promossa da Slow Food, si tiene a Torino nei padiglioni del Lingotto fino al 27 ottobre. (ANSA).

La Parola a Carlo Petrini, presidente di Slow Food international

L’idea principe di questa edizione di Salone del Gusto e Terra Madre è lrgare sempre più i due eventi per rinsaldare il legame tra i prodotti della terra di qualità e i contadini. Perché saranno proprio questi ultimi che potranno farci uscire dall’attuale periodo di crisi. La comunità politica non ha voluto stanziare 30 miliardi di euro all’anno per abbattere la fame planetaria del 50%, mentre è stata prontissima a sborsare 2mila miliardi di dollari per salvare le banche. È inconcepibile. La comunità politica non ha capito che l’agricoltura sarà la terza rivoluzione industriale. Questa rivoluzione avverrà infatti nelle campagne, l’unico modo per creare nuova ricchezza attraverso energie pulite. Poiché l’agricoltura vive grazie alla forza del Sole sotto forma di fotosintesi. La soluzione al momento di crisi la porteranno i contadini che saranno gli alfieri del cibo locale, della stagionalità e della sobrietà, per conciliare la qualità con la quantità. I manager dovrebbero imparare dai contadini, per apprendere dalla loro sapienza secolare “il non buttar via niente”, il risparmiare, il riciclo e il riuso. Questa è la sostenibilità che salverà le economie malate. Il mondo contadino, quello che Nuto Revelli ha dipinto come “il mondo dei vinti”, sarà il nuovo New Deal».

 

 

Giovedì 23 Ottobre 2008

dal Sito Ufficiale della Regione Piemonte: Piemonte Informa

La passione del cioccolato

Il viaggio del cioccolato, fin dalle sue origini lontane, nella giungla equatoriale. La passione più dolce degli italiani è al centro della mostra "Il cioccolato. Dai Maya al XX secolo", visitabile nei locali della Fondazione Ferrero di Alba dal 19 ottobre al 18 gennaio.

Organizzata dalla stessa Fondazione e dalla Regione Piemonte - la prima come emanazione con i suoi progetti sociali e culturali della più importante realtà dolciaria italiana, la seconda così unita al cioccolato da averne fatto uno dei prodotti simbolo della tradizione gastronomica del territorio - racconta un'avventura che comincia molto lontano nel tempo e nello spazio, fra la popolazione Maya. E' qui che dai semi della pianta del cacao si comincia a ricavare il "cacahuatl", la bevanda degli dei. Le atmosfere, i suoni, i profumi: tutto rimanda alla giungla. Si ritrovano in mostra anche preziosi reperti precolombiani ma anche i primi tasselli della scoperta europea del cacao, fino al dilagare della cioccolata nel Vecchio Continente che passa attraverso la Spagna, prima come bevanda quasi medicinale poi, con la dolcificazione, come bevanda alla moda.

La mostra testimonia le continue trasformazioni del cioccolato, che a un certo punto smette di essere un patrimonio esclusivo e diventa un desiderio esaudibile per tutti, si diversifica e assume diverse forme: pralina, cioccolatino, tavoletta. Macchinari, insegne storiche, immagini d'epoca e film consentono di vivere la magia della fabbrica del cioccolato, il luogo dove un seme diventa passione collettiva, espressa in mille forme e sapori. E nella sezione riservata al Novecento si aggiungono creatività e design, con le opere di grandi artisti, come Fortunato Depero, Federico Seneca e Leonetto Cappiello, e di grandi pubblicitari, messi al lavoro per dar forza a marchi e prodotti.

 

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Torino, 17/10/2008

Sito Ufficiale della Regione Piemonte: Piemonte Informa

 

 



Libro “Carni suine del Piemonte” (Michelangelo Carta Editore) Introduzione e Cenni storici

Pochi sanno che molti dei pregiatissimi Prosciutti di Parma o San Daniele sono fatti con cosce di suini allevati in Piemonte. 
Un comparto, quello suinicolo, che in Piemonte ha una forte tradizione, con una quantità di prodotti e prelibatezze che hanno ottenuto o stanno per ottenere la DOP. 

Il settore delle carni suine e il suo contesto

Negli ultimi anni si è registrato un progressivo aumento del numero di capi suini
allevati in Piemonte, che attualmente sono circa 1,2 milioni, distribuiti su circa 3.900 aziende, e rappresentano oltre il 10% della consistenza nazionale.
Il comparto suinicolo piemontese, in questi anni, è stato caratterizzato da forti
processi di selezione, di razionalizzazione e di innovazione, finalizzati alla risoluzione dell'impatto ambientale causato dagli allevamenti più grandi; processi questi che hanno rafforzato gli standard di salubrità, sicurezza e qualità dell'intera filiera produttiva e che hanno consolidato l'immagine del Piemonte, aumentando la sua capacità di far fronte all'accresciuto interesse dei consumatori per questo tipo di carne e ancor più per i prodotti di qualità da essa derivati: prosciutti, salumi e altre prelibatezze gastronomiche di cui è ricca la nostra tradizione.Basti pensare, a tal proposito, che 40 dei 370 prodotti agroalimentari tradizionali del Piemonte, censiti e riconosciuti dalla Regione, sono derivati dalla lavorazione delle carni suine.
Un altro dato significativo è l'alto numero di cosce di suini allevati in Piemonte che vanno a formare i Prosciutti di Parma DOP e in parte quelli di San Daniele.
Il comparto suinicolo, già rilevante nell'economia piemontese, ha una forte
potenzialità e quindi un valore aggiunto che si vuole accrescere sull'intera filiera
produttiva. Lo dimostra l'evolversi del sistema delle DOP (Denominazione di Origine Protetta) e delle IGP (Indicazione Geografica Protetta).
A tal proposito, alla DOP Salamini Italiani alla Cacciatora si aggiungono tre nuove DOP (attualmente in protezione transitoria) che sono: Crudo Cuneo, Salame Piemonte e il Gran Suino Padano (interregionale).
Per quanto riguarda le IGP, due sono i prodotti riconosciuti (interregionali):
Mortadella Bologna e Salame Cremona.
Inoltre, sono attualmente in corso le istruttorie per il riconoscimento delle DOP:
Salame Cuneo, Salame Cotto Cuneo, Lardo Cuneo, Pancetta Cuneo.
Un mondo dunque ricco di storia, di tradizioni, di produzioni di qualità che hanno contribuito a rendere famosa la produzione agroalimentare piemontese e la sua gastronomia, che invitiamo a scoprire o a riscoprire anche con l'ausilio di questa pubblicazione.

Mercedes BRESSO
Presidente
Regione Piemonte

Mino TARICCO
Assessore all’Agricoltura
Regione Piemonte


INTRODUZIONE
Questa pubblicazione si occupa della carne suina e della sua importanza nella cultura e nella cucina piemontese. È uma filiera, quella della produzione di carne suina, che in anni recenti ha registrato anche in Piemonte un notevole sviluppo dovuto a una molteplicità di fattori: il sensibile aumento nel consumo di prosciutto cotto e crudo, favorito anche da vaste ed efficaci campagne pubblicitarie; il mutamento nella percezione generale della carne suina, non più considerata “poco sana”; e il grande ritorno in auge di prodotti di derivazione suina come i salumi, nell’ambito di una più ampia tendenza al recupero di cibi e sapori di tradizione e di nicchia.
Vedremo come anche in Piemonte il maiale abbia avuto un ruolo centrale nell’alimentazione in quanto fonte di carne fresca ma soprattutto di prodotti che costituivano un indispensabile complemento energetico nel corso dell’inverno.
Parleremo dell’importanza della carne suina nell’alimentazione umana, e degli
organismi che in Piemonte tutelano e promuovono questo prodotto e i suoi derivati.
Infine, daremo un’ampia panorâmica sui molti prodotti tipici a base di carne suina che si possono trovare in Piemonte, e su alcune delle ricette che la cucina piemontese ha saputo creare con la carne dell’animale di cui proverbialmente non si butta nulla.

Cenni storici
Da migliaia di anni il maiale è uno dei più fedeli amici dell’uomo. Infatti, sin dalla
domesticazione del Sus palustris, antenato degli odierni maiali e cinghiali, o di qualche suo discendente – domesticazione che si suppone essere avvenuta in Cina ben novemila anni fa - il maiale ha vissuto a fianco dell’uomo al punto da essere considerato quasi alla stregua del cane.
Certo, non ha un ruolo significativo nella sfera affettiva come il cane, di cui non ha le doti estetiche e l’indole, ma come il cane viveva a stretto contatto con gli umani; la sua importanza è stata di tipo diverso, ma non inferiore, perché con tutta probabilità il maiale è stato il primo animale domesticato a fini esclusivamente alimentari.
Buoi, cavalli, capre e pecore venivano allevati in quanto animali da lavoro – soma, traino, trasporto pesante o veloce, lavori agricoli – e come fornitori di prodotti come il latte o la lana, e solo quando non erano più in grado di produrre venivano macellati, completando così un ciclo biológico  ed esistenziale in cui nulla veniva sprecato vista la scarsità di risorse alimentari.
Il maiale, invece, durante l’allevamento non forniva nulla, tutt’al più poteva, come le oche, fare le veci del cane da guardia o, in virtù del suo fiuto eccellente, essere impiegato nella cerca dei tartufi; era, di fatto, una bocca – e una bocca vorace - da sfamare fino a quando l’ingrasso era completato. Ma l’investimento venivaampiamente ripagato da una provvista di cibo in grado, letteralmente, di assicurare la sopravvivenza fino alla fine dell’inverno. E che, come si diceva, del maiale non si getta nulla, è un fatto noto da tempo immemorabile: con le setole si facevano pettini e spazzole; carne, grasso, cotenna e organi interni si consumavano direttamente o sotto forma di salumi e altri tipi di conserve alimentari; persino ossa, unghielli e cartilagini potevano essere trasformati variamente.
Dal Neolitico al tempo storico e dal Médio Evo all’età moderna, e ancor oggi in molte cascine, ogni famiglia ha allevato almeno uno o due maiali destinati a diventare provvista di carne.
Quella di identificare l’alimento-carne con la carne bovina è infatti un’abitudine
mentale tipica degli ultimi decenni, ma dobbiamo ricordare che dal punto di vista alimentare e gastronomico l’egemonia della carne suina non è mai stata posta in discussione in nessuna delle principali culture culinarie del mondo, a cominciare da quella cinese, nella quale il maiale è protagonista di pietanze straordinarie che nulla hanno da spartire con l’appiccicoso “maiale in agrodolce” ammannito da molti ristoranti etnici nostrani.
E per venire a latitudini più familiari, parlano da sé le infinite specialità regionali
a base di carne suina. Storicamente, la carne bovina è stata a lungo una specie di sottoprodotto, perché provenendo in genere da animali ormai vecchi e sfibrati, era spesso di scarsa qualità, dura e poco sapida, mentre quella suina, tenera e saporita, aveva tutte le rosee caratteristiche della prelibatezza, e oltretutto era grassa, dunque possedeva la dote più ricercata in tempi in cui alla grassezza erano associate idee di prosperità, ricchezza e persino salute. E se il grasso di maiale diventava lardo prelibato, quello di bovino serviva per lubrificare le ruote dei carri o per fare candele di sego, cioè quelle destinate alla servitù o ai ceti bassi.
Il maiale aveva dunque un ruolo fondamentale nella vita e nell’alimentazione umana, e in Italia questo si applicava specialmente alle regioni settentrionali alpine, dove il clima non consentiva la coltivazione dell’olivo, e dunque lardo, strutto, sugna, solo raramente il più costoso burro, erano anche i principali grassi impiegati in cucina o anche nella conservazione degli alimenti. Differenti ambienti significavano prodotti, alimentazioni e stili di vita diversi, e infatti si parla di “civiltà dell’olivo” e di “civiltà del maiale”: a quest’ultima, indubbiamente, appartiene il Piemonte.
Quella col maiale è stata una convivenza emblematica, in quanto ricca di contraddizioni:
basti pensare alla ridda di immagini e modi di dire in cui il termine “maiale” diventa un insulto, essendo il suo archetipo assunto a incarnazione delle più svariate turpitudini e difetti: gola, cupidigia, stupidità, sporcizia, brutalità e pigrizia, per non parlare della lussuria. Da Omero, con i compagni di Ulisse tramutati in porci da Circe, per arrivare ad Orwell, che in Animal Farm fa del maiale il rivoluzionario diventato ripugnante tiranno, sull’incolpevole animale sono state proiettate pulsioni e caratteristiche anche troppo umane.
Immagini contraddittorie, si diceva. Perché se il maiale è stato addirittura visto come incarnazione del Maligno, se il guardiano di porci rappresentava il livello infimo della scala sociale, pure il maiale onorava le mense dei nobili e, in senso  più generale, esiste un amplíssimo filone culturale che invece riconosce ampiamente l’importanza del suo  contributo. Daí rituali precristiani e orientali in cui il sacrificio o la presenza del maiale aveva un ruolo propiziatorio, fino al Medio Evo quando il maiale compare anche nell’iconografia religiosa e nell’agiografia, ad esempio come fedele compagno di Sant’Antonio Abate. Visitando l’abbazia duecentesca di Sant’Antonio di Ranverso, in provincia di Torino fra Rivoli e Avigliana, se ne ha un chiaro e artisticamente mirabile esempio: in forma di maialino è persino la banderuola segnavento sul campanile, e il maiale fa parte, assieme alla fiammella, alla campanella e alla croce commissa o “a Tau” (cioè in forma di una ‘T’ maiuscola), dell’immagine identificativa dell’ordine Antoniano.

 (Affresco di scuola Jaqueriana nella chiesa abbaziale di Sant’Antonio di Ranverso)

Questa simbologia non è di difficile interpretazione: la fiammella rappresenta il bruciore causato da una malattia endêmica in età medievale, vale a dire l’Herpes Zoster, più noto come “Fuoco di Sant’Antonio”; la campanella era il contrassegno dei lebbrosi, poiché alla lebbra questa malattia era assimilata; Sant’Antonio Abate e il maiale perché, oltre ad essere considerato protettore degli animali domestici, questo Santo era ritenuto l’inventore del sistema di curare quella quella malattia col grasso di maiale.
Cosparso sulle piaghe causate dal “Fuoco”, il grasso impediva il contatto con l’aria e alleviava di molto il dolore.
Incidentalmente, i maiali raffigurati negli splendidi affreschi di Ranverso sono più piccoli degli attuali, e sono di tipo semiselvatico, con pelo ispido e irsuto di colore nero con una fascia bianca in zona addominale – in una parola, la pregiata e oggi rara Cinta Senese.
Infine, il maiale è da sempre emblema di abbondanza e convivialità. Si pensi al Carnevale, la festa che più di tutte manifesta le sue origini gloriosamente pagane, ma che prelude anche al período della Quaresima, a sua volta cristianizzazione del bando della carne per settanta giorni a partire dalla fine di gennaio finalizzato ad evitare lo sterminio degli animali da stalla nati da poco.
A Carnevale si mangiava carne per l’ultima volta prima del periodo di astinenza
(nel frattempo ridotto a quaranta giorni): infatti, fra le varie etimologie proposte per il termine vi sono carnem levare, cioè “togliere la carne” (sottinteso: dalla tavola) e carne vale, “addio carne”. Dunque, bisognava approfittarne con celebrazioni, accompagnate da grandi abbuffate e pubbliche distribuzioni di cibo, spesso a base di maiale. In Piemonte ne sono esempio le molte sagre e feste paesane a base di “fagioli grassi”, quaiëtte - cioè sostanzialmente fagioli e cotiche - salsicce e polenta, salamini e fritture (ovviamente con lo strutto).
Cottura dei Fagioli Grassi a Romano Canavese

Salone Gusto: apertura con cena benefica per donne africane

 

Il 23 ottobre, chef Davide Scabin al Combal. zero a Torino

 

ANSA) - TORINO, 30 SET - Una cena benefica in uno dei ristoranti piu' in voga a Torino, il Combal.zero, aprira' il 23 ottobre la 7/a edizione del Salone del gusto. Lo chef Davide Scabin creera' piatti a base di nocciola del Piemonte. Parte dell'incasso sara' destinare ad avviare la realizzazione di una salina per le donne Imraguen della Mauritania che lavorano la bottarga di muggine, uno dei progetti assistiti dalla Fondazione Slow Food per la Biodiversita'.

(ANSA)

Agro-alimentare, delegazione aziende australiane al Salone del gusto di Torino

 

25.09.2008 15:09:32

 

Torino - La Camera italiana di commercio e industria di Perth e la Western Australia Slow Food parteciperanno con 10 operatori locali del settore enogastronomico all'edizione biennale del "Salone del gusto" di Torino che si terrà dal 18 al 23 ottobre.

Nell'ambito dell'iniziativa la delegazione di aziende australiane visiterà gli stand espositivi e le aree di degustazione allestite nel Salone e prenderà parte ai seminari dell'evento "Terra Madre", che quest'anno riguarderà tematiche come sicurezza alimentare, cambiamenti climatici, economia locale, sementi e biopirateria. Si parlerà inoltre dell'importanza di alcune figure professionali per la filiera agro-alimentare, cui spettarà il compito di garantire che il cibo di alta qualità si trasformi in una risorsa economica, ambientale e socio-culturale. Terra Madre è considerato un appuntamento indispensabile per scambiare e acquisire know how sulle tecniche di preparazione, la tipologia di prodotti utilizzabili e sulle caratteristiche dei macchinari per la lavorazione degli alimenti.

La Camera si occuperà inoltre di programmare un'agenda di incontri b2b con 20 rappresentanti di aziende piemontesi.

 

da News ITALIA PRESS

Salone del Gusto e Terra Madre

 

Le edizioni 2008 di Terra Madre, il meeting internazionale delle comunità del cibo, e del Salone del Gusto sono state presentate l'11 settembre a Roma, presso l'Associazione della stampa estera, dal presidente di Slow Food internazionale, Carlo Petrini, e dall'assessore regionale Bruna Sibille, intervenuta in rappresentanza della presidente Mercedes Bresso.

"Anche quest'anno - ha osservato Sibille - i due appuntamenti puntano a ricostruire, a riconciliare, a rendere percepibile una complessità troppo spesso cancellata dal consumismo esasperato e dallo sfruttamento di donne, uomini e risorse naturali. Unità fra produttori e consumatori, armonia fra natura e cultura, rispetto dei diritti di chi coltiva la terra e di chi si nutre dei prodotti della terra. L'orientamento e' reso ancor più chiaro dal fatto che da questa edizione saranno ridotte fisicamente le barriere fra il Salone e Terra Madre, a simboleggiare che discussione culturale e consumo consapevole debbono presentarsi come aspetti coerenti con un modo unitario di concepire il cibo e le sue radici".

Le due manifestazioni dell'ottobre torinese rappresentano un vero e proprio viaggio alle radici del cibo, dalla tavola alla terra e dalla terra alla tavola, andata e ritorno, e si presentano con numerose novità. Innanzitutto, non saranno usati cibi ogm nei prodotti presentati e venduti al Salone: avendo sottoscritto una vera e propria carta etica, tutti i produttori e cuochi si impegnano a produrre un cibo "buono, pulito e giusto e senza ogm". Per la prima volta il Salone vivrà in fusione con Terra Madre, che richiamerà i rappresentanti di 1678 comunità del cibo provenienti da 153 nazioni. Inoltre, viene tracciato il punto di partenza di un'ambiziosa sfida dal cammino pluriennale: rendere la più grande fiera sul cibo di qualità e il più importante meeting di comunità del cibo provenienti da tutto il mondo due eventi dal ridotto impatto ambientale. Per questo motivo Slow Food, Regione Piemonte e Città di Torino, organizzatori di entrambi gli eventi, si impegnano per gli allestimenti in materiale che alla fine sarà usate per la fondamenta delle strade, l'eliminazione della moquette, la differenziazione del 50% dei rifiuti prodotti, il riutilizzo degli imballaggi, la biodegradabilità dei materiali per la fruizione del cibo, un sistema logistico di trasporto delle merci a ridotto impatto ambientale, un approvvigionamento energetico derivato da fonti rinnovabili locali, la limitazione delle emissioni di anidride carbonica.

I delegati presenti a Terra Madre avranno la possibilità di confrontarsi sulla produzione, trasformazione e commercializzazione dell'agroalimentare di qualità grazie ai Laboratori della Terra, incontri tematici che coinvolgono le comunità di produttori, cuochi, accademici, giovani, studenti, osservatori e tecnici. Oltre 30 i seminari in programma sui temi più attuali - dall'agroecologia all'accesso ai mercati, dai diritti legati alla terra all'educazione alimentare - per i quali le comunità stesse hanno segnalato la necessità di confrontarsi nell'ultimo anno e che saranno aperti al pubblico del Salone del Gusto.

 

sito:www.salonedel gusto.it

sito:www.terramadre.info

 

 

 

gg

Torino, 11/09/2008

dal Sito Ufficiale della Regione Piemonte: Piemonte Informa

A Bra i piatti del Piemonte si gustano "da cortile a cortile"

Tredicesima edizione a Bra della kermesse enogastronomica

10.09.2008 18:09:25

Tra un cortile e l'altro a scoprire varietà e ricchezza della cucina piemontese. E' quanto propone Bra (Cn) domenica 28 settembre 2008 con la tredicesima edizione di "Da cortile a cortile", la kermesse enogastronomica che nelle ultime edizioni ha attirato oltre trentamila presenza nella città piemontese. Oltre cento i cortili della centro storico braidese che si apriranno, alcuni solo per l'occasione, accogliendo mostre d'arte, spettacoli, musica e installazioni, con un percorso enogastronomico che consentirà a duemila persone di compiere un viaggio tra i sapori della tradizione di Langhe e Roero, con la possibilità di gustare, dall'antipasto al dolce, le tipicità piemontesi abbinate ai migliori vini delle colline che circondano Bra.

 

Il menù

Dal mattino il programma offre visite guidate alla città e alla frazione Pollenzo, sede dell'università di scienze gastronomiche e della banca del vino, antica città romana collegata con navette gratuite. Dalle undici piazza Caduti per la Libertà diventerà invece la "piazza della musica", con un aperitivo da accompagnare alle sette note e, per tutta la giornata, gruppi, band e solisti che si esibiranno no stop sul palco fino a sera.

A mezzogiorno, come da tradizione, partirà il primo dei due itinerari gastronomici (il secondo prenderà avvio alle 13). Il menù propone, dopo l'aperitivo, la caratteristica salsiccia di Bra, confezionata con carne di vitello di razza piemontese e servita cruda. A seguire un trionfo di verdure, con i peperoni di Carmagnola in agrodolce e i migliori prodotti degli orti di Bra serviti in pinzimonio. Verdure presenti anche nella farcia degli agnolotti al plin, mescolati a carne e serviti con sugo d'arrosto. Come piatto forte non poteva mancare il tradizionale lesso di vitello di razza piemontese, abbinato alle caratteristiche salse: dalla cugnà, la mostarda d'uva e nocciole, ai bagnetti veri e rossi, a base di prezzemolo e pomodoro.

Nella città che ogni due anni è la capitale mondiale dell'arte casearia, con quel "Cheese - Le forme del latte" che tornerà nuovamente a settembre 2009, scontata la presenza in tavola dei formaggi a denominazione d'origine protetta della Provincia di Cuneo, da affiancare al miele del Roero. Per chiudere, prima del caffè, la torta di nocciole Piemonte abbinata allo zabaglione. Per gli amanti del buon bere, con ogni piatto sarà possibile degustare un diverso vino tra i tanti ottenuti dalle uve coltivate sulle colline di Langhe e Roero.

 

Iscrizioni

Per partecipare all'itinerario enogastronomico è però necessaria la prenotazione, compilando il tagliando presente nei depliant della manifestazione o scaricabile dal sito:www.comune.bra.cn.it , il cui costo è di ventidue euro (otto euro i bambini fino ai dodici anni), che compredneranno anche il bicchiere e il portabicchieri ufficiali della manifestazione. Sconti sono possibili per le comitive, per chi raggiungerà la città utilizzando il treno, anche per coloro che lo faranno utilizzando lo storico treno a vapore messo a disposizione dalla Regione Piemonte e da Trenitalia, in partenza da Torino Porta Nuova alle ore 8:45.

 

Baby parking

Per chi ha figli al seguito, nessun problema. Per loro è stato organizzato un punto per giochi e ritrovi al Museo del giocattolo, dove dalle dieci del mattino alle diciotto i ragazzi tra i quattro e i dodici anni potranno divertirsi e mangiare, in uno spazio assistito da personale specializzato, che prevede laboratori e animazioni, oltre al pranzo servito dai cuochi della mensa scolastica cittadina (costo della partecipazione, dieci euro).

 

Cortile del gusto e pacchetti turistici

Nessuna difficoltà anche per coloro che vogliono immergersi nelle atmosfere della festa, senza partecipare all'itinerario gastronomico. Per loro la possibilità di degustare o acquistare alcuni tra i cinquanta prodotti tipici della migliore enogastronomia nazionale nel "Cortile del gusto", dove sarà allestita anche una grande enoteca che proporrà il meglio delle etichette dei vini delle Langhe e del Roero. Particolari pacchetti turistici sono stati predisposti per camperisti e per coloro che vorranno essere a Bra anche nei giorni che precedono la festa, per un fine settimana di due o tre giorni che consenta di conoscere meglio l'intero territorio delle colline del Piemonte meridionale.

 

Arte e spettacoli

Due le mostre d'arte che potranno essere visitate durante la giornata. La retrospettiva delle opere di Enrico Paulucci in Palazzo Mathis, uno dei celebri "sei di Torino", e le proposte di arte contemporanea di "Identità" al movicentro nei pressi della stazione ferroviaria, oltre alla possibiltià di visitare i tre musei civici cittadini: la pinacoteca e la sezione archeologica del museo di Palazzo Traversa, il museo di scienze naturali "Craveri" e il museo del giocattolo. A conclusione della rassegna, al teatro Politeama il concerto di danza, musica e voce recitante "Dop - Di opera propria", lo spettacolo di Paolo Alfiero, che vedrà impegnati Simona Mussio, la voce narrante di Antonella Peretto e i musicisti Carmine Nobile, Mattia Barbieri e Mauro Basilio.

da News ITALIA PRESS

Asti: Douja d'Or 2008

 

Asti ospita dal 12 al 28 settembre la 42ª edizione della Douja d'Or, la celebre manifestazione enologica internazionale organizzata dalla Camera di Commercio locale in collaborazione con il Comune, la Regione Piemonte e la Banca Cr Asti.

Oltre a Palazzo del Collegio, da sempre sede dei vini premiati, vengono interessati Palazzo Ottolenghi con la Douja della Barbera, Palazzo Alfieri, che promuove l'Asti Spumante docg e una selezione delle migliori grappe, e Palazzo del Collegio, con degustazioni delle Camere di Commercio del Piemonte e delle associazioni di categoria, spettacoli musicali e la grande gastronomia dei "Piatti d'autore" e dei "Grandi chef per grandi Barbera". Il percorso goloso tra le produzioni migliori del territorio coinvolge poi il Palazzo del Michelerio per gustare "La cioccolata del Conte", pregiati vini abbinati alla cioccolata e letture da opere di Vittorio Alfieri, e la Torre Troyana con "La Douja tra le rondini" per brindare a 38 metri d'altezza. Il Museo di Sant'Anastasio è sede fino al 31 ottobre, nell'ambito del programma di Torino 2008 World capital design, de "Il vetro: dalla materia alla forma tra funzione e design", un percorso interpretativo che i più grandi architetti italiani del '900 hanno dato del vetro e delle sue possibilità artistiche. In questo contesto alla Douja d'Or viene premiato il vincitore del concorso per l'ideazione di una nuova bottiglia della Barbera.

Domenica 14 settembre ritorna anche il Festival delle Sagre, con la suggestiva sfilata di oltre tremila figuranti che attraversa il centro storico per far rivivere scene di autentica vita contadina ed il pranzo a base di piatti tipici cucinati dalle Pro Loco dell'Astigiano.

 

gg

Torino, 10/09/2008

dal Sito Ufficiale della Regione Piemonte: Piemonte Informa

Lançada a 2ª edição do livro O Mapa do Tesouro - um Guia Divertido para Iniciantes no Mundo do Vinho

Mais uma chance de encontrar o Mapa do Tesouro

Lançada a 2ª edição do livro O Mapa do Tesouro

Um Guia Divertido para Iniciantes no Mundo do Vinho, editado pela Academia do Vinho

 

Um livro escrito com o propósito de descomplicar a imagem do vinho na cabeça dos iniciantes e mostrar que é um tema que pode ser diversão para todos: este é o Mapa do Tesouro, Um Guia Divertido para Iniciantes no Mundo do Vinho.

O livro aborda todos os aspectos que o iniciante deve saber para começar sua caminhada em busca dos tesouros do universo do vinho: história, as uvas, vinificação, os tipos de vinhos, harmonização com alimentos, armazenamento e serviço, os “personagens” do vinho e as principais regiões produtoras no mundo.

A primeira edição esgotou-se rapidamente e esta nova safra chega ao mercado revista e ampliada, mas sem perder de vista a proposta de ser um livro fácil, divertido e acessível.

As vendas serão feitas exclusivamente pelo site da Academia do Vinho www.academiadovinho.com.br.

Para os que decidirem antecipar as compras de Natal a Academia oferece preços com descontos especiais para compra de três ou mais unidades.

Empresas que quiserem dar o livro de presente de fim de ano a clientes e funcionários podem solicitar tiragens com capa personalizada.

Imagens da capa em baixa e alta definição estão disponíveis no site da Academia do Vinho

Sobre a Academia

Nascida há mais de 10 anos como um site na Internet dedicado à informação e troca de experiências sobre vinhos, a Academia do Vinho tornou-se um ponto de encontro virtual de enófilos, brasileiros e do exterior.

O site da Academia do Vinho é o mais completo sobre o assunto em língua portuguesa, abrangendo desde os temas básicos até os assuntos mais complexos. Diariamente são publicadas notícias com o que há de mais atual no mundo do vinho.

Todas as semanas os assinantes do site recebem a newsletter Notícias do Vinho, com novidades, agenda da semana, dicas de compra, harmonizações e receitas.

Entre os destaques do site está a seção Agenda, que tem conteúdo flutuante com centenas de eventos ligados ao vinho em todo o Brasil. É a agenda enológica mais completa da Internet brasileira.

Lançado pela Academia do Vinho em fevereiro de 2007 o Site do Vinho Brasileiro www.sitedovinhobrasileiro.com.br é a maior fonte de material já reunido sobre a produção de vinhos no Brasil, com dados sobre as regiões produtoras, entidades, premiações em concursos nacionais e internacionais, legislação, produtores e vinhos.

Serviço

O quê: 2ª edição do livro O Mapa do Tesouro, um Guia Divertido para Iniciantes no Mundo do Vinho

Onde: À venda somente no site da Academia do Vinho - www.academiadovinho.com.br

Quanto: R$ 25 já com frete incluso para qualquer parte do país

 

Kárin Arruda – Editora da Academia do Vinho

All'estero un piatto italiano su tre è falso

La Coldiretti denuncia la falsificazione dei prodotti alimentari 'Made in Italy'. Un volume d'affari di 50 miliardi di euro, che supera di tre volte il mercato dei prodotti originali. Un problema che si manifesta sia nella distribuzione commerciale che nella ristorazione

Roma - Il ‘Made in Italy' alimentare fa gola, non solo, però, agli amanti del buon cibo, ma anche a quanti vedono in esso un business redditizio e non si fanno scrupoli a produrre copie che di italiano hanno ben poco. Questo è quanto emerge da una recente denuncia della Coldiretti, secondo cui un piatto italiano su tre, venduto oltre i confini italiani, è falso. Questo, tradotto in termini economici, significa che il fatturato dell'imitazione oltrepassa di tre volte quello dell'export del prodotto originale, superando i 50 miliardi di euro. I Paesi dove il fenomeno è più accentuato sono Australia, Nuova Zelanda e Stati Uniti dove, prendendo ad esempio un prodotto come il formaggio, di cui l'Italia offre una vasta scelta e una qualità ottima, secondo Coldiretti, solamente il 2% dei consumi è rivolto all'originale, mentre il resto si rivolge a formaggi che di italiano hanno solo il nome e magari qualche richiamo paesaggistico sulla confezione. ''Preoccupa anche la Cina - aggiunge Coldiretti - dove il falso ‘Made in Italy e' arrivato prima di quello originale". 

Prima di conoscere le reazioni del mondo della ristorazione italiana a questa notizia sicuramente preoccupante occorre una precisazione, ovvero capire cosa si intenda per falsificazione. Paolo Falcioni, responsabile relazioni esterne di Coldiretti, ha spiegato che "si deve fare una distinzione. Da un lato vi è la distribuzione commerciale per cui un prodotto falso è quello che nella confezione utilizza simboli, primo fra tutti la bandiera, i colori, i paesaggi, i nomi e altri elementi che rimandano all'Italia, ma poi di italiano non ha nulla. Dall'altro lato c'è il versante della ristorazione, dove vengono venduti dei piatti improponibili, che nel Bel Paese nemmeno esistono". Falcioni, attualmente negli Stati Uniti, ha colto l'occasione per fare alcuni esempi che ha potuto toccare con mano, come l'aver visto nel menù di un ristorante italiano degli "spaghetti alla bolognese, piatto inesistente nella nostra cucina" o "una pizza peperoni, che in realtà non aveva questo ingrediente". 

Anche Bartolo Ciccardini, presidente di Ciao Italia, associazione di ristoratori italiani all'estero, ha convenuto con questa differenziazione. I motivi che spingono a questo comportamento sono quelli classici che stimolano la falsificazione anche in altri settori e dipendono, secondo Ciccardini, "dalla struttura del mercato perché, quando la qualità è affidata ad un marchio, questo avrà un plusvalore". Da ciò consegue, in modo purtroppo naturale, che "la rinomanza di un prodotto, a cui corrisponde un determinato prezzo, stimola a fare dei surrogati che abbiano costi minori". Se questo è un fenomeno scontato, basti pensare, cambiando settore, alle numerose imitazioni che vengono fatte delle grandi griffe, secondo Ciccardini è altrettanto naturale e doveroso "cerca di combatterlo". A questo proposito, però, bisogna sottolineare l'impotenza nell'attuare delle contromisure. "Non ci sono strumenti - ha infatti sottolineato il presidente di Ciao Italia -. Negli anni '30 l'Italia godeva di un marchio riconosciuto internazionalmente, o perlomeno in un certo numero di stati, che proteggeva i suoi prodotti. Con la guerra, purtroppo, lo si è perso, ma ora andrebbe ripreso". Falcioni ha aggiunto che in realtà "per alcuni prodotti riconosciuti internazionalmente, come i vini, la tutela esiste, ma per altri purtroppo no. Il fallimento dell'ultimo vertice Wto, dove l'Italia sta chiedendo l'estensione di questa tutela, ha costituito un brutto colpo".

In molti casi rimane quindi un'unica soluzione, ovvero "guardare con attenzione le etichette", come spiegato da Falcioni. Non sempre, però, questo è facile, specie in Paesi dove dei veri prodotti italiani si sa poco. Questo comporta "un danno doppio, perché non solo i falsi rubano mercato ai prodotti originali, ma abituano il consumatore ad un gusto diverso". Caso emblematico è la Cina, dove, "se giunge prima il Parmesan australiano del vero Parmigiano, l'utente si abitua a questo tipo di prodotto che non è quello italiano". Per porvi rimedio serve pertanto un'azione congiunta da parte di tutte le parti interessate dal problema, "dalle istituzioni alle forze economiche e sociali che devono sensibilizzare i consumatori durante manifestazioni promozionali, fiere, etc.". 

Il secondo versante, come detto, è quello della ristorazione. In questo caso, ha spiegato Ciccardini, "il problema non è tanto quello dell'originalità degli ingredienti, quanto piuttosto quello di saperli manipolare nel modo corretto". Anche in questo caso rimane comunque la necessità di "tutelare il modo di cucinare". I problemi sembrano essere gli stessi: la mancanza di tutela giuridica e la difficoltà di sensibilizzare il consumatore. Antonella Rebuzzi, proprietaria di alcuni ristoranti italiani a Mosca e presidente della Federazione Italiana dei Cuochi in Russia, ha infatti spiegato che "anche in una città dove la cucina italiana è ormai abbastanza diffusa, basta guardare il numero di ristoranti italiani, non è facile far capire ai clienti cosa è veramente italiano. Io ci tengo a che i miei chef cucinino prodotti autentici e infatti una o due volte all'anno li mando in Italia per aggiornare la loro preparazione. Un altro modo per tutelare la qualità è quello di far venire dei cuochi italiani qui per dei sopralluoghi. Molti ristoratori, però, utilizzano ingredienti pesanti, come la panna, che nella nostra tradizione culinaria sono poco diffusi, ma che incontrano il favore dei russi". 

Parte della falsificazione sembra quindi avere come scopo quello di incontrare i gusti del paese ospite. Gennaro Rioli, proprietario di un ristorante italiano a Boston, ha ammesso questo fatto, aggiungendo che "negli Stati Uniti questo fenomeno è molto diffuso, per la differenza di sensibilità culinaria esistente fra questo paese e l'Italia. In particolare sono i ristoranti a prezzi medio bassi che operano questa strategia. Sicuramente - ha concluso - è dannosa, perché dà un'immagine irreale di quella che è la cucina italiana. Si preferisce un vantaggio immediato piuttosto che dover sopportare i costi di un processo di diffusione della cucina italiana inevitabilmente più lungo e laborioso, ma che, alla fine sarebbe più premiante". Unica nota positiva è il fatto che, secondo Ciccardini, "tutelare la gastronomia italiana è un processo più facile che la tutela dei prodotti perché non esistono ristoranti clandestini. Basterebbe scegliere i ristoranti meritevoli e certificarli. Si tratta, più o meno, di 60 mila locali nel mondo che generano un volume di affari dovuto all'acquisto di prodotti del Bel Paese di circa 2 miliardi di vecchie lire".

da News ITALIA PRESS del 13.08.2008 19:08:57

Câmara Italiana de São Paulo oferece aulas gratuitas de Culinária Mediterrânea

Difundir a cultura gastronômica italiana. Esta é uma das missões da Câmara Ítalo-Brasileira de Comercio e Industria que realiza cursos todas as semanas em diversos supermercados de São Paulo.

As aulas são ministradas por uma nutricionista que, além de receitas, dá informações básicas sobre saúde, nutrição e gastronomia, demonstrando como a Cozinha Mediterrânea pode fazer parte da mesa dos brasileiros. Cada aula tem duração de duas horas e é gratuita. Ao final, é realizada uma degustação dos pratos preparados e sorteio de brindes.

Reconhecida pela combinação bem-sucedida entre paladar saboroso e efeitos saudáveis, a Cozinha Mediterrânea se caracteriza pela abundância de cereais (massa, pães, polenta), verduras, legumes e frutas (frescas e secas); pelo uso do azeite de oliva como principal fonte de gordura e pelo moderado consumo de produtos de origem animal. Rica em vitaminas, minerais, carboidratos e fibras e pobre em ácidos graxos saturados, a Cozinha Mediterrânea faz com que os povos da região apresentem os mais baixos índices de infarto e derrame do mundo e as mais altas taxas de expectativa de vida.

A Itália, por exemplo, ocupa o primeiro lugar em longevidade na Europa, com uma expectativa de vida de 76 anos para os homens e de 82 para as mulheres (no Brasil, a expectativa média de vida é de 67,7 anos).

Por que Gastronomia e Cultura?

• Responsável por 70 % do PIB Turístico das nações;
• Dos 1,1 Milhão de empresas ligadas ao Turismo, estima-se que deste montante 760 mil sejam do setor gastronômico;
• Maior gerador de empregos no turismo mundial;
• Incentivo às manifestações culturais, através de exposições, workshops e apresentações públicas gratuitas durante o Festival.

Confira a Programação e os locais dos cursos:
- Sam’s Club Radial Av. Alcântara Machado, 4002 - 23/06 às 14:30
- Wal Mart Aricanduva Av. Aricanduva, 5.555 - 24/06 às 14:30
- Extra Itaim Rua João Cachoeira, 899 - 25/06 às 14:30
- Extra Interlagos Av.Sargento Geraldo Santana,1491 - 27/06 às 14:00
- Sam’s Bom Retiro Av. Rudge, 500 - 30/06 às 14:30
-Shopping Center Lapa Rua: Catão - 01/07 às 10:00
- Sam’s Club São Caetano Avenida Conde Francisco Matarazzo,838 - 02/07 às 14:30

Obs: Cronograma sujeito á alterações. Vagas limitadas

Nasce Illyquore, Campari e Illy uniscono le forze

Il prodotto sarà distribuito in tutto il mondo a partire dal 2009

Milano - La Davide Campari-Milano Spa ha annunciato di essersi unita a un altro prestigioso marchio italiano, Illy, per la produzione di un nuovo liquore al caffè che si chiamerà Illyquore che sarà lanciato in Italia questo giugno. Sarà distribuito in tutto il mondo nel 2009.
Illyquore si basa su una ricetta innovativa che si avvale del caffè Illy, qualità arabica, e avrà un tasso del 28%. Campari ha dichiarato di voler concentrarsi prima di tutto sulla creazione dell'identità del prodotto sul mercato. Illyquore è indicato come bevanda per il dopo-pasto, un liquore che competerà con il limoncello e altri alcolici simili al whisky - dichiarano da Campari, come riportato su forbes.com. Illy avrà i diritti sul marchio mentre Campari si occuperà della distribuzione.

da “New Itália Press” del 12/06/2008

Laboratorio di Gastronomia Italiana in italiano

Istituto Italiano di Cultura - Istituto Culturale Italo-Brasiliano

Laboratorio di cucina italiana realizzato in un’ampia sala di lezione in cui ogni alunno dispone di un proprio banco di lavoro totalmente attrezzato per cucinare. Attraverso il laboratorio si apprendere, cucinando, come scegliere, trattare e manipolare le più diverse ricette, combinando gli ingredienti e cercando di esaltare il sapore caratteristico di ogni piatto. Le lezioni sono dirette dallo Chef italiano Giuseppe Gerundino e saranno tenute in lingua italiana.


Il laboratorio si compone di 6 incontri attraverso i quali, dall’antipasto al dolce, si arriva a saper preparare un menù italiano completo.

Programma del laboratorio:

Primo incontro: tagli, erbe aromatiche, brodi, zuppe e un impasto tipico (focaccia, pesto genovese, zuppa di porri, patate duchessa)
Secondo incontro: pasta fresca, secca e sughi appropriati.
Terzo incontro: risi e risotti.
Quarto incontro: carne, preparazioni classiche.
Quinto incontro: dolci tipici italiani.
Sesto incontro: realizzazione di un menù completo dall’antipasto al dolce.

Luogo di lezioni: Accademia Gastronomica - Rua Inhambu, 1126 – Moema – SP

Orari offerti:
Gruppo 1: giovedì dalle 15:00 alle 18:00
Calendario: 29/5–5/6-12/06-19/06-26/06-03/7
Le iscrizioni si chiudono il giorno 21/05/2008
Gruppo 2: venerdì dalle 19:00 alle 22:00
Calendario: 09/5–30/5-6/06-13/06-20/06-27/6
Le iscrizioni si chiudono il giorno 30/04/2008

Tassa iscrizione:

- R$ 570,00 (orario delle 10:00 o 15:00);
- R$ 600,00 (orario delle 19:00 o 20:00).
- Kit di lavoro: R$ 25,00 ((il kit, composto da grembiule/porta ricette/ricette, si acquista il primo giorno di lezione, direttamente presso l’Accademia Gastronomica)

L’iscrizione al corso si effettua solo presso la Segreteria dei Corsi
Rua Frei Caneca, 1071 - Tel.: (11) 3285-6933 - corsi.iicsanpaolo@esteri.it / cursos@icib.org.br - www.iicsanpaolo.esteri.it - www.icib.org.br

Accademia Gastronomica - Tel. (11) 5041.3277 - info@agastronomica.com.br - www.agastronomica.com.br

Câmara homenagea chefs italianos na Restaubar

7 a 9 de abril – Expocenter Transamerica

A Câmara Ítalo-Brasileira e a Restaubar Show, homenagearão, no dia 07 de abril, às 21h00 na Restaubar Show - maior evento de negócios destinado a bares e restaurantes – 32 renomados chefs italianos que contribuíram e que contribui atualmente para a promoção da gastronomia italiana no Brasil.

A premiação “Maestro della Cucina Italiana in Brasile”, uma homenagem aos precursores e atuais chefs italianos no Brasil, ocorrerá em ocasião da realização do Spazio Italia 2008, espaço gastronômico ítalo-brasileiro, que visa promover o made in italy no Brasil, reunindo em um único ambiente diversas marcas de produtos alimentícios e renomados chefs de cozinha.

O Spazio Italia é promovido pela Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria e tem como parceiros as marcas: Barilla, Cozinhas Industriais Topema, Ceratti, Illy, Il Pianeta, Martini/Bacardi, Vector, Vero Brasil, Zini e Enit – Agência Nacional Italiana.

Vinitaly 2008, il Piemonte protagonista

Dal 3 al 7 aprile a Verona Fiere
Renato Viale:"il piu' importante evento di promozione a cui il sistema camerale piemontese"


Verona - Il Piemonte si rende protagonista di Vinitaly 2008 in programma a Verona Fiere dal 3 al 7 aprile. Regione Piemonte e Union Camere Piemonte insieme a Ima Piemonte si propongono di coordinare uno spazio espositivo per 200 espositori e tutti i principali attori di settore, Camere di commercio alle Province, Enoteche regionali ai Consorzi di Tutela "il sistema camerale piemontese al Vinitaly 2008, secondo la Camera di commercio "Il padiglione 9 della Fiera, cui si aggiungono porzioni del padiglione 11 e del 7b, sarà occupato dal Piemonte per un totale di 600 espositori piemontesi su oltre 30.000 metri quadrati espositivi". Il Piemonte sarà presente con 13 Docg e 44 Doc e altre numerose novità di prodotti nel settore.

Per Mino Taricco, Assessore regionale all’Agricoltura "Vinitaly è per la Regione Piemonte un appuntamento importante perché siamo consapevoli di presentare la produzione di una grande annata vitivinicola, che andrà ad arricchire il patrimonio enologico di eccellenza della nostra regione e che si inserisce in un quadro di mercato con numerosi e confortanti segnali di rilancio. Il 2008 è inoltre l’anno di avvio del piano dei controlli su tutti i vini a denominazione d’origine, una svolta che porterà novità significative per il mondo vitivinicolo, dotando ogni bottiglia di una fascetta univoca che permetterà di risalire al territorio e al singolo vigneto di produzione. Credo che questo sia un tassello importante per la valorizzazione della produzione piemontese, così come lo sono le due nuove Docg, la Barbera d’Asti e la Barbera Monferrato Superiore, che hanno da poco ottenuto il riconoscimento. Sono diversi elementi di un quadro, che avremo modo di presentare e di discutere a Vinitaly 2008, che penso possano tracciare un primo bilancio delle attività svolte e segnare la strada ancora da percorrere"

Secondo Renato Viale, Presidente di Unioncamere Piemonte “il Vinitaly costituisce il più importante evento di promozione a cui il sistema camerale piemontese partecipa ogni anno, gestendo e organizzando la presenza dei produttori locali. Le Camere di commercio hanno sempre dato grande importanza alla valorizzazione dei prodotti tipici e di quelli vitivinicoli in particolare: è ormai consolidata, infatti, l’opinione che i 56 vini Doc e Docg siano i nostri migliori ambasciatori nel mondo, grazie al loro elevato livello qualitativo e alla capacità e passione dei piccoli e grandi produttori"

da News ITALIA PRESS del 28/03/2007

Museo del vino del Piemonte: eccellenze enogastronomiche di piemontesi nel mondo

Un accordo siglato tra il Museo del Gusto di Frossasco di Torino e la Fisar, Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori permetterà la nascita di una scuola per la formazione dei sommelier.
Museo del Gusto e Fisar lavoreranno insieme anche per portare avanti l'ambizioso progetto di creare il Museo del Vino del Piemonte. Sara' anche prodotto un video istituzionale per la promozione del comparto enoico delle Valli Olimpiche e dell'intero Piemonte.

Scopo di questa comune attività e' diffondere l'immagine dell'eccellenze enogastronomiche piemontesi nel mondo.
"Sono particolarmente felice che la Fisar abbia stretto questo importante accordo con le istituzioni piemontesi - ha dichiarato il presidente nazionale della Fisar, Vittorio Cardaci Ama - Da sempre la nostra associazione e' particolarmente sensibile alle tematiche legate al territorio". "E' un importante punto di partenza - ha aggiunto il direttore del Museo del Gusto Ezio Giaj - non solo per la promozione ma anche per la valorizzazione della viticoltura locale. Fisar e Museo si impegnano anche per l'educazione al bere. Bisogna bere meno ma meglio".

da News ITALIA PRESS del 10/03/2008

Banca del Vino di Slow Food

E' nata la Banca del Vino on-line. Si tratta di un'istituzione unica nel suo genere e destinata a cambiare l'approccio con il pianeta vino.La “Banca del Vino” apre la vendita dei vini conservati nei suoi caveaux a Pollenzo e lanciando il suo nuovo store on-line sul sito www.bancadelvino.it. Si potrà scegliere tra oltre 600 etichette tra rossi, bianchi e bollicine: il 50% delle etichette è piemontese, in omaggio alla "piemontesità" di Pollenzo e del suo complesso storico-culturale. L’idea parte dal successo delle aste on-line che la banca propone ogni due mesi mettendo in vendita alcuni vini conservati da tre anni nei caveaux: una parte delle bottiglie resteranno però patrimonio della Banca come memoria storica enologica. La prenotazione di vino presente nella Banca costituisce una sorta di "acquisto dilazionato": l'acquirente diventa il nuovo proprietario del vino ma si impegna a tenere stoccate le bottiglie nelle cantine di Pollenzo per un periodo determinato. www.bancadelvino.it
da Unione Piemontesi del Mondo del 29 settembre   2007

Abbiamo ricevuto: PRESENTAZIONE BASTIAN CONTRARIO - MONCALIERI - TORINO

Moncalieri 05 settembre ’07
Gentile Associazione Desideriamo farvi conoscere il nostro ristorante che dal 1971, sulle colline torinesi a soli 15 minuti dalla città, propone piatti tipici e storici della cucina piemontese.
La Nostra cena si svolge in un ambiente rustico elegante iniziando con un aperitivo servito al tavolo con il Pinot Chadonnay riserva privata e piccole ghiottonerie della casa.
Si prosegue con i famosi 69 antipasti piemontesi disposti su un grande tavolo a libera scelta ,gli antipasti sono freddi e caldi e provengono da antiche ricette di tutte le province piemontesi
Per ciò che riguarda i primi, gemma sempre presente, i Tajarin d’l Brigant fatti in casa e conditi con panna mocetta e tartufo, l’altro primo che presentiamo varia di mese in mese e di stagione in stagione come i due piatti di carne e il contorno
La cena si conclude nei mesi piu’ freddi con lo zabaglione ed in quelli piu’ caldi con la coppa gelato B.C fatto in casa, entrambi accompagnati dai Brut & Bun e dai torroncini di Gallo d’Alba.
I vini rossi presentati sono serviti giovani ed in caraffa secondo la nostra tradizione, come ad esempio il Bramaterra d.o.c. di Rosaio (BI).
Vi aspettiamo per farvi passare una piacevole serata degustando gli antichi sapori della Nostra Regione .

BASTIAN CONTRARIO

Slow Food Italia

Slow Food è un’associazione internazionale non profit nata in Italia nel 1986: oggi coinvolge 40.000 persone in Italia e più di 80.000 nel mondo, in 130 Paesi dei cinque continenti. Le condotte e i convivium (350 in Italia e oltre 400 all’estero) sono il punto di riferimento del Movimento sul territorio e organizzano iniziative per gli associati.

Slow Food promuove il diritto al piacere, a tavola e non solo. Nata come risposta al dilagare del fast food e alla frenesia della fast life, Slow Food studia, difende e divulga le tradizioni agricole ed enogastronomiche di ogni angolo del mondo, per consegnare il piacere di oggi alle generazioni future.
Slow Food rieduca i sensi assopiti, insegna a gustare e a degustare. Allenare il palato a riconoscere le differenze rende l’amore per il cibo un’esperienza universale. E permette a consumatori “educati” di indirizzare verso la qualità – gastronomica, ambientale e sociale – le scelte produttive.

Slow Food, attraverso progetti (Presìdi), pubbli